Helena - Machado de Assis
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Helena - Machado de Assis
1.1 Título:
Helena

1.2 Autor :
Machado de Assis
1.3 Editora :
Ática
1.4 Data de Edição:
1981
2. Escolha do Livro
2.1 Motivos que levaram à escolha do livro:
Resolvemos escolher esse livro porque, além de gostarmos do autor, já tínhamos lido a obra.
3. Contextualização do Livro.
3.1 Dados Biográficos:
1839-Joaquim Maria Machado de Assis nasce no Rio de Janeiro, a 21 de junho.
1855-Publica seu primeiro trabalho, a poesia “Ela” na Marmota Fluminense.
1858-Começa a intensa colaboração em vários jornais e revistas que, com algumas interrupções breves, manterá pela vida toda.
1864-Publica seu primeiro livro: Crisálidas(poesias)
1867-É nomeado para o cargo de ajudante do Diretor do Diário Oficial
1873-É nomeado primeiro oficial da Secretaria do Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas
1878/9-Passa uma temporada em Friburgo,por motivo de doença
1881-Oficial de gabinete de Pedro Luís, Ministro da Agricultura
1888-Oficial da Ordem da Rosa, por decreto do imperador
1889-Diretor da Diretoria do Comércio
1892-Diretor Geral da Viação
1897-É eleito presidente da Academia Brasileira de Letras, juntada no ano anterior
1904-Membro correspondente da Academia das Ciências, de Lisboa. Morre sua mulher, Carolina, a 20 de outubro
1908-Licença para tratamento de saúde(Junho). Falece no Rio de Janeiro, a 29 de Setembro
3.2 Outras Obras:
>Ressueição (1872) ;
>A Mão e a Luva (1874) ;
>Iaiá Garcia (1878) ;
>Memorial de Assis (1908) ;
>Páginas Reconhecidas (1899) .
4.Conteúdo do Livro
4.1 Gênero:
Romance, narrado em 3º pessoa.
4.2 Assunto:
Conselheiro Vale era um homem rico, e tinha um caso amoroso com uma mulher que havia migrado do Rio Grande do Sul, ela tinha uma filha, Helena, a qual ele perfilha.
Conselheiro Vale morre, e em seu testamento ele alegava que Helena era sua filha e que ela devia tomar seu lugar na família. Porém, a moça sabia que não era verdadeiramente sua filha.
A princípio, D. Úrsula- irmã de Vale- reage com um certo preconceito à chegada de Helena, mas no decorrer da narrativa ela vai ganhando o amor da tia. Estácio, como bom filho, faz a vontade do pai sem indagar nada.
Dr. Camargo - médico e amigo da família - acha aquilo um absurdo, pois ele queria casar sua filha, Eugênia, com Estácio para que eles se tornassem ricos às custas do dinheiro de Estácio, e mais um familiar só iria diminuir a parte da herança.
Helena toma seu lugar na família como uma mulher de fibra, uma verdadeira dona de casa, cuida muito bem de tudo, impressiona não só a família como toda a sociedade em geral, porque além de ser uma mulher equilibrada como poucas que existiam, era linda, sensível e rica.
Ao decorrer da narrativa, Helena vai impressionando mais e mais Estácio, e nisso acaba se apaixonando por ela, e ela por ele. Aí vem a questão X do livro: de um lado Estácio, se martirizando por se apaixonar por sua suposta irmã, o que era um pecado, e do outro, Helena, também apaixonada por Estácio, esta sabia de toda verdade, mas não podia jogar tudo para o alto e ficar com ele, afinal havia recebido uma fortuna de herança.
Estácio, a contra gosto e aconselhado por Helena, pede Eugênia em casamento.
Mendonça, amigo de Estácio, que havia regressado da Europa ao Brasil, se apaixona por Helena, e aproveita um período de ausência de Estácio para pedi-la em casamento. A moça aceita, na esperança de esquecer Estácio.
A família possuía uma chácara, e perto dessa chácara tinha uma casa simples, pobre, e Helena costumava visitar sempre essa casa, acompanhada apenas de um escravo e escondida de todos.
Certo dia, ao sair para caçar, Estácio acaba vendo Helena sair da casa velha.Desconfiado e nervoso, sentiu uma nuvem cobrir-lhe os olhos, e sem querer apertou a cerca de espinhos que estava debaixo de suas mãos. Resolveu então ir ate a casa, na esperança de descobrir o motivo da visita da irmã.
Chegando lá, é recebido por Salvador. Após uma conversa,
Estácio retorna à sua casa, e lá acusa Helena de traição.
D. Úrsula fica sem entender o que estava acontecendo, e resolve pedir ajuda a Melchior - padre e conselheiro espiritual da família.
Estácio e Melchior vão até a casa de Salvador, e lá ficam sabendo da verdade: Salvador era o verdadeiro pai de Helena. Ele então conta toda a história de Helena até ali, e diz que a moça não tem culpa nenhuma.
Helena fica cada vez mais fraca e abatida, apesar de estar sendo tratada com carinho e amor por todos, principalmente por Estácio.
Uma semana se passa, e após ter tomado uma forte chuva, Helena piora muito. O médico desengana a família, e Estácio então vai até o leito da enferma e declara seu amor.Nesse momento, Helena morre.
4.3 Citações
Helena e Estácio ignoram a falsidade do laço de parentesco que os une, procuram acreditar que são irmãos.Entretanto, o amor entre eles vai intensificando-se.De repente, a paixão aflora, mal disfarçada pelas palavras, naquela zona intermédia em que o legitimo e o ilegítimo não mais se distinguem, em que o homem parece poder todas as ousadias – em que, finalmente, o espírito romântico, ao mesmo tempo angelical e satânico, se revela com toda nitidez.
“Escreve-me longamente;conta-me tudo o que houver interessante; fala-me de ti, que é o meio de consolar minhas saudades, que são imensas, como este amor que tenho a minha família toda.Vou fazer por voltar breve.Adeus, minha boa Helena; adeus, minha vida, adeus, ó mais bela e doce de todas as irmãs.”
Este é o ponto culminante de todos os indícios que o autor vai apresentando para eclosão do conflito sentimental e do final trágico; e, à primeira vista, parece ser este seu único objetivo: narrar a fatalidade que separa irremediavelmente os seres, o amor frustrado pelas conveniências, como já fizera em outras obras.
4.4 Opinião sobre o livro
É uma história envolvente, onde o leitor se prende até a última página. Mas é pouquinho trágica.
Bruna Aparecida Biasotti
Felipe Akira Okamuro
Helena

1.2 Autor :
Machado de Assis
1.3 Editora :
Ática
1.4 Data de Edição:
1981
2. Escolha do Livro
2.1 Motivos que levaram à escolha do livro:
Resolvemos escolher esse livro porque, além de gostarmos do autor, já tínhamos lido a obra.
3. Contextualização do Livro.
3.1 Dados Biográficos:
1839-Joaquim Maria Machado de Assis nasce no Rio de Janeiro, a 21 de junho.
1855-Publica seu primeiro trabalho, a poesia “Ela” na Marmota Fluminense.
1858-Começa a intensa colaboração em vários jornais e revistas que, com algumas interrupções breves, manterá pela vida toda.
1864-Publica seu primeiro livro: Crisálidas(poesias)
1867-É nomeado para o cargo de ajudante do Diretor do Diário Oficial
1873-É nomeado primeiro oficial da Secretaria do Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas
1878/9-Passa uma temporada em Friburgo,por motivo de doença
1881-Oficial de gabinete de Pedro Luís, Ministro da Agricultura
1888-Oficial da Ordem da Rosa, por decreto do imperador
1889-Diretor da Diretoria do Comércio
1892-Diretor Geral da Viação
1897-É eleito presidente da Academia Brasileira de Letras, juntada no ano anterior
1904-Membro correspondente da Academia das Ciências, de Lisboa. Morre sua mulher, Carolina, a 20 de outubro
1908-Licença para tratamento de saúde(Junho). Falece no Rio de Janeiro, a 29 de Setembro
3.2 Outras Obras:
>Ressueição (1872) ;
>A Mão e a Luva (1874) ;
>Iaiá Garcia (1878) ;
>Memorial de Assis (1908) ;
>Páginas Reconhecidas (1899) .
4.Conteúdo do Livro
4.1 Gênero:
Romance, narrado em 3º pessoa.
4.2 Assunto:
Conselheiro Vale era um homem rico, e tinha um caso amoroso com uma mulher que havia migrado do Rio Grande do Sul, ela tinha uma filha, Helena, a qual ele perfilha.
Conselheiro Vale morre, e em seu testamento ele alegava que Helena era sua filha e que ela devia tomar seu lugar na família. Porém, a moça sabia que não era verdadeiramente sua filha.
A princípio, D. Úrsula- irmã de Vale- reage com um certo preconceito à chegada de Helena, mas no decorrer da narrativa ela vai ganhando o amor da tia. Estácio, como bom filho, faz a vontade do pai sem indagar nada.
Dr. Camargo - médico e amigo da família - acha aquilo um absurdo, pois ele queria casar sua filha, Eugênia, com Estácio para que eles se tornassem ricos às custas do dinheiro de Estácio, e mais um familiar só iria diminuir a parte da herança.
Helena toma seu lugar na família como uma mulher de fibra, uma verdadeira dona de casa, cuida muito bem de tudo, impressiona não só a família como toda a sociedade em geral, porque além de ser uma mulher equilibrada como poucas que existiam, era linda, sensível e rica.
Ao decorrer da narrativa, Helena vai impressionando mais e mais Estácio, e nisso acaba se apaixonando por ela, e ela por ele. Aí vem a questão X do livro: de um lado Estácio, se martirizando por se apaixonar por sua suposta irmã, o que era um pecado, e do outro, Helena, também apaixonada por Estácio, esta sabia de toda verdade, mas não podia jogar tudo para o alto e ficar com ele, afinal havia recebido uma fortuna de herança.
Estácio, a contra gosto e aconselhado por Helena, pede Eugênia em casamento.
Mendonça, amigo de Estácio, que havia regressado da Europa ao Brasil, se apaixona por Helena, e aproveita um período de ausência de Estácio para pedi-la em casamento. A moça aceita, na esperança de esquecer Estácio.
A família possuía uma chácara, e perto dessa chácara tinha uma casa simples, pobre, e Helena costumava visitar sempre essa casa, acompanhada apenas de um escravo e escondida de todos.
Certo dia, ao sair para caçar, Estácio acaba vendo Helena sair da casa velha.Desconfiado e nervoso, sentiu uma nuvem cobrir-lhe os olhos, e sem querer apertou a cerca de espinhos que estava debaixo de suas mãos. Resolveu então ir ate a casa, na esperança de descobrir o motivo da visita da irmã.
Chegando lá, é recebido por Salvador. Após uma conversa,
Estácio retorna à sua casa, e lá acusa Helena de traição.
D. Úrsula fica sem entender o que estava acontecendo, e resolve pedir ajuda a Melchior - padre e conselheiro espiritual da família.
Estácio e Melchior vão até a casa de Salvador, e lá ficam sabendo da verdade: Salvador era o verdadeiro pai de Helena. Ele então conta toda a história de Helena até ali, e diz que a moça não tem culpa nenhuma.
Helena fica cada vez mais fraca e abatida, apesar de estar sendo tratada com carinho e amor por todos, principalmente por Estácio.
Uma semana se passa, e após ter tomado uma forte chuva, Helena piora muito. O médico desengana a família, e Estácio então vai até o leito da enferma e declara seu amor.Nesse momento, Helena morre.
4.3 Citações
Helena e Estácio ignoram a falsidade do laço de parentesco que os une, procuram acreditar que são irmãos.Entretanto, o amor entre eles vai intensificando-se.De repente, a paixão aflora, mal disfarçada pelas palavras, naquela zona intermédia em que o legitimo e o ilegítimo não mais se distinguem, em que o homem parece poder todas as ousadias – em que, finalmente, o espírito romântico, ao mesmo tempo angelical e satânico, se revela com toda nitidez.
“Escreve-me longamente;conta-me tudo o que houver interessante; fala-me de ti, que é o meio de consolar minhas saudades, que são imensas, como este amor que tenho a minha família toda.Vou fazer por voltar breve.Adeus, minha boa Helena; adeus, minha vida, adeus, ó mais bela e doce de todas as irmãs.”
Este é o ponto culminante de todos os indícios que o autor vai apresentando para eclosão do conflito sentimental e do final trágico; e, à primeira vista, parece ser este seu único objetivo: narrar a fatalidade que separa irremediavelmente os seres, o amor frustrado pelas conveniências, como já fizera em outras obras.
4.4 Opinião sobre o livro
É uma história envolvente, onde o leitor se prende até a última página. Mas é pouquinho trágica.
Bruna Aparecida Biasotti
Felipe Akira Okamuro

Felipe Akira Okamuro- Pequeno livro



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