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O Cortiço - Aluisío Azevedo

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Boa O Cortiço - Aluisío Azevedo

Mensagem por Vicky em Qua 30 Set 2009 - 14:02



Antes de ler o livro1. Identificação do Livro1.1. Título.

O Cortiço



1.2. Autor(a)

Aluísio Azevedo

1.3. Editora

L& PM editores

1.4. Data da Edição

20092. Escolha do livro
2.1. Motivos que levaram à escolha do livro
O que me levou a escolher esse livro foi o devido ao período literário que estamos estudando, e por descobrir que em obras escritas no Realismo Naturalismo são ricas nas coisas que são próprias do Brasil, mas ao mesmo tempo fazendo altas criticas social ao que o livro mais enriquece: a sociedade brasileira

Após a leitura do livro3. Contextualização do Autor
3.1. Alguns dados biográficos.

Considerado o pioneiro do naturalismo no Brasil, o romancista Aluísio de Azevedo nasceu em São Luís, Maranhão em 14 de abril de 1857.

Vida do escritor

Quando jovem ele fazia caricaturas e poesias, como colaborador, para jornais e revistas no Rio de Janeiro. Seu primeiro romance publicado foi: Uma lágrima de mulher, em 1880.

Fundador da cadeira número quatro da Academia Brasileira de Letras e crítico social, este escritor naturalista foi autor de grande histórias, sendo O Cortiço conhecido com sua obra mais importante.

Este autor, que não escondia seu inconformismo com a sociedade brasileira e com suas regras, escreveu ainda outros títulos demonstrava sua insatisfação.

Durante grande parte de sua vida, Aluísio de Azevedo viveu daquilo que ganhava como escritor, mas ao entrar para a vida diplomática ele abandonou a produção literária.

Faleceu em Buenos Aires, Argentina, no dia 21 de janeiro de 1913



3.2. Outras Obras do(a) Autor(a)



Uma Lágrima de Mulher (novela, 1880)
O mulato (novela, 1881)
Mistério da Tijuca ou Girândola de amores (novela, 1882)
Memórias de Um Condenado (novela, 1882)
Casa de pensão (novela, 1884 )
Filomena Borges (novela, 1884 )
O homem (novela, 1887)
O cortiço (novela, 1890)
O coruja (novela, 1890 )
A Mortalha de Alzira (novela, 1894
O livro de uma sogra (novela, 1895 )
O Bom Negro (crônica)
Os Doidos (peça)
Casa de Orates (peça)
Flor de Lis (peça )
Em Flagrante (peça)
Um Caso de Adultério ( peça )









4. Conteúdo do Livro
4.1. Gênero Literário

Romance (Realista Naturalista)

4.2. Assunto (breve síntese)


Como o próprio nome do livro diz, o livro conta a historia de um cortiço, já dá para perceber que o espaço é uma das peças principais para os acontecimentos do livro.
É ambientado no Rio de Janeiro, e conta de uma forma simples a realidade do povo brasileiro e dos emigrantes que aos poucos vaio virando abrasileirados.
O Cortiço foi fundado por João Romão que iniciou seus negócios com uma venda no Bairro do Botafogo. João Romão era um Sovina, queria tanto ficar rico que passava até por privações pessoas para conseguir esse objetivo.
Não tinha nem o trabalho de cozinhar sua própria comida, porque achava um desperdício muito grande fazer isso. Sendo assim quem o alimentava era Bertoleza, uma escrava de 30 anos, mal cheirosa, que buscava arduamente sua alforria.


Bertoleza tinha um amante e assim que ele morre, João Romão monopoliza a vida de Bertoleza de tal forma que ela mesma não consegue fazer mais nada sem o consentimento de João Romão, tornando-se, obviamente, amantes.
Essa união se dava não exatamente porque Romão realmente gostasse de Bertoleza, e sim por causa das economias que ela vinha juntando para pagar a tão sonhada carta de alforria. E foram morar juntos, pois Bertoleza sempre gostava de estar envolvida com pessoas de raça superior a dela; assim Romão não precisaria gastar mais com alguém para lhe cozinha e lhe satisfazer os desejos.
João sabendo do desejo de Bertoleza em ter sua liberdade, diz para ela lhe entregar o dinheiro que ele procuraria seu dono e lhe traria a carta assinada, Bertoleza então lhe entrega o dinheiro e João aparece realmente com uma carta assinada, mas é falsa, pois João precisava do dinheiro para poder comprar um pedaço de terra e dar inicio ao seu sonho: A construção de um grande Cortiço.
Inicialmente ele constrói duas casinhas com duas portas, frito de pedra e cal roubadas da pedreira que ficava atrás do cortiço.
Bertoleza trabalhava duro, não tinha final de semana nem dia Santo. Trabalhava duro para construir seus objetivos com João Romão, embora ele não valorizasse essa atitude dela.
Trabalhavam para valer e foi assim que João Romão comprou mais um pedaço de terra e foi aumentando mais ainda o Cortiço.
Com esse terreno ele construiu mais três casinhas, onde usava material roubado e ele mesmo construía quando tinha tempo...Para evitar gastos.
Essas casinhas foram o começo do Cortiço João Romão.
Aos poucos João foi aumentando o número de casas e o número de moradores.
Até que um dia João percebe que já conseguiu dinheiro suficiente para expandir seus negócios, e compra a pedreira que fica atrás de seu cortiço.
Mais ou menos na mesma época da ascensão de João Romão vai morar em um sobrado em frente ao cortiço a família de Miranda, que tinha uma loja de tecidos na rua do Hospício.
Miranda se muda com a família para lá com desculpa de proporcionar um lugar mais agradável para a sua filhinha adoentada, Zulmirinha, que crescia pálida e precisava de espaço para se desenvolver e tomar corpo.
Na realidade era uma desculpa, pois Miranda havia saído de sua antiga cidade para afastar sua mulher dos caixeiros que para ele trabalho, nos quais ela dormia com todos.
Miranda e Dona Estela não se respeitavam mais, mas Miranda a procura na madrugada em busca de Sexo (pág 11, do livro da Coleção é só o começo), assim tinham um comportamento de amante e não de marido e mulher.
Não tinha muitos anseios na vida, era meio desgostoso, mas só uma coisa depois das traições da esposa lhe causava imensa raiva, era o crescimento do cortiço do velho, que considerava nojento e sem cultura. Por isso não abre mão da parte do quintal que divide as duas propriedades e pode concretizar o sonho de João: Construir um imenso Cortiço, quem sabe até uma Vila.
E ele estava conseguindo prosperar, aos poucos foi construindo mais e mais casinha s e subindo o aluguel. No final de um ano já eram quase 95 casinhas. E agora já não era mais o Cortiço João Romão e sim estalagem João Romão. O que aumentava a raiva de Miranda.
Miranda na realidade sentia era inveja de João Romão, por ele ter conseguido sua fortuna sem precisar casar co a filha do patrão para ter prestigio, como ele fizera. E se a esposa ao menos fosse bonita e leal, mas não, era uma chata carrancuda, incapaz de saciar um homem.
Dessa inveja surge a vontade de Miranda de compra um titulo de Barão do governo Português. A partir daí começa o trabalho árduo de dar festas, promover chás da tarde tudo para se apresentar na sociedade. Nessa mesma época Miranda hospeda Henrique em as casa, um menino que está terminado os estudos e que chegou no Rio de Janeiro com o intuito de Entrar para a Academia de Medicina.
Henrique tinha 15 anos e tinha trejeitos de menina, mas era muito acanhado e pouco se ele com amigos.
Mas em um belo dia Botelho, que era um velho coitado de quase 70 anos, antipático, que já tinha ganhado muito dinheiro no comércio de escravos e que agora se fazia de amigo de Mirando por necessidade e não por lealdade, nesse dia ao voltar para casa escuta barulhos abafados no quintal q quando vai ver era Dona Estela e Henrique se agarrando no quintal. Os dois ficam assustados e se largam. E Botelho dá um conselho para Henrique, que eles não fiquem se amassando por qualquer canto, pois o Miranda podia descobrir e vai para dentro do sobrado e Henrique vai atrás. Lá Miranda da muitos conselhos para Henrique , dentre eles está: Não se envolver com donzelas e prostitutas, dentre muitos outros que só um homem com as qualidades e caráter de Botelho poderia dar para um menino de 15 anos.
Finaliza a conversa acariciando a mão de Henrique e dizendo “Quer saber ? Eu até simpatizo co você. Acho você um excelente menino, uma flor...” falava tudo isso acariciando a mão de Henrique e ele assustado sai correndo da frente de Botelho.”
A vida dos moradores “mais importantes” do Botafogo foi se passando.
As lavadeiras como de costume saiam todos os dias para lavar as roupas de seus patrões.
A primeira que sempre saia para os serviços habituais era a Lendra, a Machona, era uma portuguesa gritona, peluda e forte. Ninguém sabia se era viúva ou separada, mas Tinha duas filhas: Das Dores, moça separada do marido e a Neném, moça virgem; que nada se pareciam uma com a outra.
Ao lado de Leandra ficava trabalhando Augusta, brasileira, branca; mulher de Alexandre, um mulato de 40 anos, soldado da polícia, tinha bigodes bem cuidados e bem preto.
Junto de Lendra e Augusta, ainda vinham trabalhar Leocádia, mulher do ferreiro Bruno e a Bruxa, conhecida assim porque era benzedeira.
E a última que chegava todos os dias era Dona Isabel, cujo marido tinha se suicidado quando sua casa de chapes faliu, forçando Dona Isabel a ir morar em um cortiço com sua filha Pombinha, que já tinha 18 anos e estava noiva de João da Costa, moço do comércio e de muito futuro, que poderia se casar com Pombinha quando ela se tornasse mulher, pois apesar da idade Pombinha ainda não tinha menstruado. Moça muita querida por toda aquela gente.
Só não apareceu naquela semana Rita Baiana que tinha ido viaja com o amante Firmo.
Durante aquele mesmo dia que as lavadeiras estavam lavando pilhas de roupa, surge no cortiço Seu Jerônimo, e Dona Piedade; pediam emprego ao João Romão na pedreira dele, pois tinha muita experiência no assunto. Logo João vê que ele era bom no que fazia e lhe dá um emprego, então ele e Dona Piedade vêm morar no cortiço, e já são muito admirados por todos por serem um casal muito apaixonado e respeitadores.
Mas em um belo dia de domingo a sumida Rita Baiana aparece no cortiço, imediatamente atraindo os olhares de Jerônimo que não diz nada e vai trabalhar normalmente.
Quando chega em casa recebe um convite para ir a festa na casa de Rita. Passando a madrugada lá, encantado com a beleza e a sensualidade de Rita. Sem nem ao menos dormir para ir ao trabalho.
Naquele mesmo dia Jerônimo volta para casa passando mal e todos do cortiço vão ver o que estava acontecendo co Jerônimo, inclusive Rita, que lhe dá um remédio muito bom, uma xícara de café com três dedos de cachaça. Logo Jerônimo fica bom e torna-se habito tomar o santo remédio d Rita todos os dias para que fique sempre forte, mas o efeito foi contrario, e logo Jerônimo foi perdendo o viç, virando pouco a pouco brasileiro (pág 25). Dona Piedade ficou desesperada com as atitudes do marido, mas não pode falar nada, pois não podia perder a compostura.
Mas foi em um belo dia que troca de olhares com Jerônimo e Rita foi percebida por Firmo, amante de Rita, causando um desconforto entre os dois.
Naquele mesmo dia Augusta e Alexandre receberam a visita da madrinha de Juju, Dona Leonice, uma francesa prostituta, que tinha um sobrado no centro da cidade.
Dona Leonice também gostava muito de Pombinha, e acabou convidando-a para fazer um passeio em sua casa.
E o passeio ficou marcado para a semana seguinte.
Para o mesmo dia que aconteciam duas festas no cortiço
1- A de Rita Baiana.
2- E a de Miranda, que naquele dia estava recebendo o titulo de Barão do governo português.

Aquilo deixou João Romão revoltado com vontade de fazer alguma coisa para mudar sua imagem, e dormiu com aquilo na cabeça.
Enquanto a festa rolava solta na casa de Rita Baiana.
E em um momento da festa Firmo vê que Jerônimo passou uma cantada em |Rita e os dois começam a brigar.
Até que Firmo tira um canivete da bota e rasga a barriga de Jerônimo, caindo com as tripas na mão .
Jerônimo foi socorrido.
Naquele dia Rita começa a se apaixonar por Jerônimo, pois se aquele homem era capaz de arriscar sua vida por ele, ele sim mereceria seu amor.
Durante a confusão a louca da Bruxa coloca fogo na sua casa, mas tudo acaba bem por que o fogo é contido a tempo.
Aos poucos a vida do povo do cortiço mais uma vez teve que voltar ao normal.
Só Pombinha não estava nada bem.
Depois do almoço que ela e a mãe passaram na casa de Leonice a mãe de Pombinha foi descansar em um quarto enquanto dona Leonice levou Pombinha para o outro e lá abusou da inocência da menina.
A partir daquele dia Pombinha se sentia indisposta, e quando viu finalmente havia menstruado.
Tal noticia se espalhou no Cortiço, o que causou grande alegria em João da Costa que definitivamente poderia se casar com o amor da sua vida.
3 meses depois a fama do cortiço foi crescendo cada vez mais e João Romão foi deixando de ser o Matuto que era. |Virou sócio de um clube de dança, começou a ler romances, cortou os cabelos, mandou-lhe fazer ternos bonitos.
Ou seja mudou completamente. Desse modo Miranda passou a olhar com olhos diferentes para o vizinho e também o Botelho que vendo a ascensão do vizinho começou a se interessar e procurar algum proveito por parte disso.
E encontrou, fazendo com que a atenção de João Romão se voltasse para a Zulmirinha, filha de Miranda. Falou, muito esperto, dos benefícios financeiros que se tem ao se casar com uma menina como Zulmira.
João fica logo interessado e Botelho cobra dele 20 mil reis para divulgar sua imagem dentro da casa de Miranda . E é isso que ele faz, e logo surgem encontros “por coincidência”.
E o casamento é quase certo, se não fosse Bertoleza, a pedra no sapato de João. Que chega a cogitar a morte acidental de Bertoleza.
Três meses se passam e Jerônimo para provar seu amor a Rita, arma uma emboscada para Firmo e acaba matando-o, e avisa a Rita que a encontrará na casa que comprará para os dois.
Foge logo em seguida deixando Piedade desgostosa. E assim Piedade começa a beber muito, só se controlando mais quando estava perto da filha.
E Rita que ainda estava no cortiço para não levantar suspeitas acabou sendo apanhada de surpresa e levando a maior surra de Piedade.
No meio da Confusão a Bruxa ateia mais uma vez fogo no cortiço, só que desta vez concretiza seu sonho, que era ver o cortiço em chamas.
No meio da confusão do incêndio, Rita Baiana acaba fugindo para morara definitivamente com Jerônimo. E Piedade foi definhando e afundada definitivamente no alcoolismo.

O cortiço foi reconstruído do incêndio porque João pagava seguro para as casinhas, e poucas pessoas continuaram morando lá, pois João havia aumentado muito o preço do aluguel, e a partir daquele momento só moravam lá pessoas mais finas como artistas e vendedores.
Bertoleza vendo tudo aquilo mais a aproximação de João com a família Miranda já sabia onde tudo aquilo acabaria levando-a, mas tinha certeza de um coisa se não fosse para viver ali, com João, em outro lugar ela não iria querer.
Enquanto isso João Romão queria resolver logo seu casamento co Zulmirinha, mas ultimamente estava perdendo noites de sono tentando resolver sua vida com Bertoleza, que já nem dormia mais com ele no mesmo quarto, pois as coisas estavam tão chiques e ele não iria querer uma escrava com ele.
De repente a palavra escrava lhe reaviva a memória, pois Bertoleza ainda era uma escrava. Mas ele sentia em seu coração que não podia manda-la embora, pois devia muito a ela.
Então na manha seguinte Botelho vai procurar por João e o convence a lhe contar a verdade. E Acaba contando tudo a Botelho a respeito de Bertoleza e pede ajuda de Botelho para se livrar dela de uma forma limpa. E Botelho lhe diz que a única forma de se livrar de Bertoleza é lhe devolvendo ao seu antigo dono.
João aceita a proposta , mas tinha que aguardar um tempo para chegar as vias de fato.
Enquanto isso em um dia comum Leonice aparece no Cortiço e encontra Pombinha que havia se separado do marido e havia voltado a morar com mãe. E oferece a Pombinha um emprego e Pombinha vai trabalhar como prostituta para Leonice e nas horas vagas ainda se encontrava com ela. Tornando a melhor prostituta de Botafogo, justamente porque via o sexo como uma arte.

Duas semanas se passaram até que um carro estranho para na porta do Cortiço que havia virado Vila João Romão, e João Romão finge que não saber quem é, mas na realidade já sabe que é a policia com o filho do dono de Bertoleza que veio para busca-la.
Ao entrar na cozinha que Bertoleza estava, com peixeira na mão, limpando peixes, Bertoleza que não era nada boba percebe o que está acontecendo e antes de receber a noticia mais triste de sua vida, pega a faca rasgando o ventre de lado a lado. Caindo em uma poça de sangue.
Nesse exato momento parava na frente do cortiço uma carruagem que traziam membros de uma sociedade abolicionista um titulo para João Romão.







4.3. Citações favoritas (se necessário, explicadas no contexto).



“... Nesse momento, parava na porta da rua uma carruagem. Eram membros de uma sociedade abolicionista que vinham trazer para João um diploma de sócio...”



Gostei dessa citação, logo no final, pois sintetiza muito bem o caráter de João Romão e como a sociedade pode ser injusta, mesmo quando está tentando promover o bem.











4.4. Opinião sobre o livro

Adorei ler este livro, mesmo tendo um pouco de preconceito, inicialmente, com os livros do Realismo Naturalismo, pois sempre achei que a vida nos exige tanta responsabilidade e deveres que em um momento de evasão não precisamos necessariamente ler a “nossa realidade” escrita nas páginas de um livro.

Mas me enganei profundamente, pois ao longo da leitura fui me encantando e me surpreendendo com o ser humano, com as suas mais diversas formas de amar e agir perante a sociedade. Além do mais a forma com que Aluisio de Azevedo conta a história chama a atenção e atrai, talvez realmente seja pelo fato de seus livros falarem a realidade e nós nos enxergarmos em uma personagem tão bem descrita por ele, ou seja, o feitiço virou contra o feiticeiro, pois agora sou fã número 1 de obras Realistas Naturalistas.

Integrantes do grupo: Victoria Virginia dos Santos e
Sabrina Villela


Última edição por Vicky em Qui 1 Out 2009 - 14:59, editado 2 vez(es)
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Boa Re: O Cortiço - Aluisío Azevedo

Mensagem por Vicky em Qui 1 Out 2009 - 14:55

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Boa Re: O Cortiço - Aluisío Azevedo

Mensagem por alexandre(hiro) em Dom 4 Out 2009 - 10:11

Parabéns!!!
Mais uma vez realizou uma ótima apresentação!!!
Sua nota é 15 (7.5)
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Boa Re: O Cortiço - Aluisío Azevedo

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