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ROBINSON CRUSOÉ - DANIEL DEFOE

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ROBINSON CRUSOÉ - DANIEL DEFOE

Mensagem por Neia em Seg 30 Nov 2009 - 11:48


1. Identificação do Livro

1.1. Título


Robinson Crusoé


1.2. Autor(a)


Daniel Defoe



1.3. Editora


newtec editores


1.4. Data da Edição
2008

2. Escolha do livro

2.1. Motivos que levaram à escolha do livro

E um livro adaptado ,a capa me  chamou atenção , e relata uma história real ,que conta em uma pessoa ir em busca  de seus sonhos.


Após a leitura do livro


3. Contextualização do Autor

3.1. Alguns dados biográficos


Daniel Defoe (1659-1731)Escritor inglês, filho de puritanos, sendo criado para ser pastor. Aos 20 anos começa a se dedicar ao comércio, especificamente importação e exportação, vindo a falir aos 24.Refaz-se rapidamente, tornando-se dono de uma olaria e de uma fábrica de ladrilhos, prosperando e falindo novamente, só que dessa vez em função de um certo panfleto. Entrando na política, começa a produzir pasquins que caem rapidamente no gosto popular. Colaborador clandestino de jornais de tendências antagônicas, vê-se exposto no pelourinho, encarcerado e, depois, livre, graças a um secretário de Estado que lhe aluga a pena para introduzi-lo num jornal oposicionista. Sexagenário, dá uma guinada em sua carreira e passa a se dedicar à ficção.É considerado um dos iniciadores do romance realista moderno.


3.2. Outras Obras do(a) Autor(a)
romances:


Moll Flanders  (1722),


O Diário do Ano da Peste (1722),


O Robinson Crusoé (1719),


coronel Jack (1722),e


Roxana (1724).



4. Conteúdo do Livro

4.1. Gênero Literário


Romance


4.2. Assunto (breve síntese)


   Robinson era o terceiro filho da família Crusoé, e na infância vivia em York, para onde foi depois que o pai, negociante, havia adquirido certa fortuna. Seu pai, um homem idoso, lhe dera a melhor educação, e desejava que ele fosse advogado. Mas Robinson desejava ardentemente dedicar-se à vida do mar, desejo este que era alvo de fortes reprimendas e advertências por parte de seus pais, que tentavam demovê-lo da idéia a qualquer custo. Em uma das ocasiões, o pai falou que se ele seguisse esse rumo Deus não o iria proteger, que iria ficar sozinho, e foi até às lágrimas lembrando da morte do outro filho. Diante de tal cena, Robinson se comoveu e, por algum tempo, tirou da idéia o propósito de seguir seu impulso. Mas na primeira oportunidade que se vislumbrou, Robinson safou-se.
Estava em Hull por acaso, quando encontrou um amigo que ia embarcar Para Londres, no navio do pai. Aceitou o convite para ir junto e assim o fez, sem dar qualquer satisfação aos pais.
    Mas o navio zarpara, começaram os infortúnios de Robinson. O Vento soprava e o mar estava agitado. Como nunca havia viajado de navio, estava aterrorizado. E desde logo começou a refletir sobre a decisão que tomara. No trajeto, ocorreram várias tempestades, e o recurso era beber para apaziguar o ânimo. Em outra tempestade, em meio a muito pânico, os navegantes foram salvos por outra embarcação, em um escaler. O navio acabou indo a pique. No escaler, finalmente, chegaram à terra firme. Desta vez Robinson fora poupado. Mas ao invés de voltar para casa, decidiu ir a Londres por terra. Tinha vergonha de voltar para casa, e, rememorando, considerava que os jovens, muitas vezes, achavam mais vexatório o arrependimento, que podia revelar a sua correção, do que a hipótese de serem julgados por sua insensatez.
     Em Londres, por um tempo, ficou indeciso sobre o destino a seguir. Aos poucos, foi abandonando definitivamente a idéia de voltar para casa, e, afinal, resolveu empreender uma nova
viagem, para as costas da África, a bordo de um navio comandado por um capitão com quem travara conhecimento logo que chegara a Londres. Esta foi uma viagem exitosa, onde Robinson aprendeu muito sobre navegação com o capitão, que gostava de ensinar e ele de aprender: aprendeu também a ser mercador, e o que ganhou fez com que concebesse novos projetos. Deixou um pouco do que ganhara nas mãos da mulher do capitão e empreendeu-se em nova viagem, sob o comando do homem que, na anterior, era piloto.
    Navegavam para as Canárias, quando foram perseguidos por um corsário, resultando em um combate, onde foram derrotados e levados como prisioneiros para Salé, porto pertencente aos mouros. Na condição de jovem e ágil, Robinson foi mantido no navio, como escravo. Alguns dias depois viajou para o Brasil onde teve seu plantio de cana –de-acuçar,mas logo depois deixou seu plantio com um sócio e continuo com a sua aventura , no mesmo dia partiu para a África, duas terríveis tempestades provocou grandes estragos no navio , deixando os tripulantes pedidos no mar.


    Robinson foi o único que se salvou  e parou em um ilha deserta ,onde viveu sozinho por muito tempo. Nesse lugar, Robinson foi obrigado a lutar diariamente para sobreviver , construindo com   as próprias mãos uma casa buscando alimento e proteção   , sem auxílio de mas ninguém ,Robinson criou objetos e desenvolveu ferramentas  ,  vivendo  sozinho por de vinte anos.Um dia na ilha Robinson salva um índio que ia ser devorado por uma tribo de canibais, logo Robinson colocou o nome de  sexta-feira  , porque foi nesse dia da semana que Robinson  salvou, foi o seu companheiro fiel e constante , passando umas semanas o canibais  voltou na ilha com três prisioneiro Robinson  viu que entre eles estavam um branco que poderia o ajudá-lo ,acabou salvando  os dois prisioneiro pois tinha um na canoa ,que era o pai de sexta-feira  ,assim  Robinson foi criando planos para fugir da ilha ,eles começaram a construir um barco de tronco de arvore  ,passando alguns dias  o pai de sexta-feira e o espanhol viajaram para a tribo ,passando oito dias  sexta-feira avista um navio chegando na ilha , e foi  avisar Robinson , em inglês  se comunicou com o capitão  e ficou sabendo que era um motim  ,e Robinson começou a fazer planos com o capitão  para pegar o bote dos marinheiros e a vitória veio ,o que estavam no motim acabaram sendo mortos ,foram  consertar o bote para retomar ao navio , na manhã seguinte  ,eles partiram para a Inglaterra .


   Quando  Robinson chegou na Inglaterra ,viajou para  York a sua terra natal , depois de trinta e cinco anos longe  de casa, os seus já tinham morridos deixando nenhuma herança para ele , pois pensavam  que ele já tinham  morrido , Robinson  resolveu ir para Lisboa ,pois lá poderia  encontra o capitão  do navio brasileiro ,chegando em Lisboa , viu que já estava velho e era o seu filho era o capitão ,Robinson começou a fazer perguntas sobre suas plantações no Brasil e viu que estava um homem rico , pediu para o filho do capitão mandar o seu sócio mandar  noticias de suas terras .Quando o filho do capitão voltou o sócio mandou documentos e dinheiros assim Robinson  resolveu voltar para a Inglaterra , arranjando um mulher que se casou  tendo três filhos  e criando o seu sobrinho que virou marinheiro ,quando Robinson  ficou mais velho o seu sobrinho levou  de voltas para as aventuras  , passando alguns messes a sua mulher faleceu e Robinson voltou a se aventurar no mar , e voltou para ilha  onde morou durante vinte oito anos .


      Nessa nova viagem  , ele descobriu  que sua ilha foi colonizada por espanhóis , permaneceu por vinte dias , depois seguiu  para o Brasil prometendo mandar barco , mais habitantes e mulheres.       



4.3. Citações favoritas (se necessário, explicadas no contexto)


Quando ele sai da ilha depois de tanto tempo ,no dia 19 de dezembro de 1686, chegando na Inglaterra no dia 11 de junho de 1687, depois de trinta e cinco anos longe da terra natal.
4.4. Opinião sobre o livro

o livro não e difícil  para ler ,pois esta adaptado para neoleitores, gostei muito de ler ,pois conta uma história de um jovem adolescentes que luta por seus sonhos.


 

Claudineia e Karina (4°bimestre)

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Re: ROBINSON CRUSOÉ - DANIEL DEFOE

Mensagem por nilse martinez em Seg 7 Dez 2009 - 17:58

Boa escolha, pois essa obra é um clássico, leitura obrigatória, mas atenção, meninas, toda obra literária é ficção.
A nota de vocês é 7 (14).

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Re: ROBINSON CRUSOÉ - DANIEL DEFOE

Mensagem por alexandre(hiro) em Dom 27 Dez 2009 - 10:56

Oláaaaaaa...
Primeiramente, gostaria de me desculpar a todos pela minha ausência nesse último bimestre em virtude de emprevistos pessoais que todos estamos sujeitos a sofrer na vida, e me desculpar consequentemente de não ter dado as notas nos respectivos trabalhos escolares!! Queria me desculpar à professora Nilse pela minha ausencia e prometer que isso não repetirá (espero)!!!
Queria parabenizar a todos que se formaram pela Escola Sentaro Takaoka, e desejar muito sucesso na vida, e àqueles que por alguma razão não foram promovidos e até mesmo àqueles que foram, espero ve-los ano que vem em mais um ano no Vertentes...
Me desculpem novamente, e Um ótimo ano novo para todos!!!
Felicidades e até mais...
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Re: ROBINSON CRUSOÉ - DANIEL DEFOE

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