Vertentes
Seja bem vindo ao fórum Vertentes.

Pode usar o Facebook no seu "login".

A Cidade e as Serras - Eça de Queiróz

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

A Cidade e as Serras - Eça de Queiróz

Mensagem por Conceição em Qui 17 Dez 2009 - 11:18

1. Identificação do Livro

1.1. Título

A Cidade e as Serras

1.2. Autor(a)
Eça de Queiróz

1.3. Editora
Porto Editora

1.4. Data da Edição
2008

2. Escolha do livro

2.1. Motivos que levaram à escolha do livro
O meu namorado aconselhou-me-o, disse que era giro .

Após a leitura do livro


3. Contextualização do Autor


3.1. Alguns dados biográficos
José Maria de Eça de Queirós nasceu na Póvoa de Varzim a 25 de

Novembro de 1845 e morreu em Paris a 16 de Agosto de 1900. É um dos

mais importantes escritores lusos.Foi autor, entre outros romances

de importância reconhecida, de Os Maias e O crime do Padre Amaro

este último por muitos considerado o melhor romance realista

português do século XIX.

3.2. Outras Obras do(a) Autor(a)
-O mistério da estrada de Sintra (1870)
-O Crime do Padre Amaro (1875)
-A tragédia da rua das flores (1877-78)
-O Primo Basílio (1878)
-O mandarim (1880)
-As minas de Salomão (1885)
-A relíquia (1887)
-Os Maias (1888)
-Uma campanha alegre (1890-91)
-O tesouro (1893)
-A Aia (1894)
-Adão e Eva no paraíso (1897)
-Correspondência de Fradique Mendes (1900)
-A Ilustre Casa de Ramires (1900)
-A cidade e as serras (1901, póstumo)
-Contos (1902, póstumo)
-Prosas bárbaras (1903, póstumo)
-Cartas de Inglaterra (1905, póstumo)
-Ecos de Paris (1905, póstumo)
-Cartas familiares e bilhetes de Paris (1907, póstumo)
-Notas contemporâneas (1909, póstumo)
-Últimas páginas (1912, póstumo)
-A Capital (1925, póstumo)
-O conde de Abranhos (1925, póstumo)
-Alves & Companhia (1925, póstumo)
-Correspondência (1925, póstumo)
-O Egipto (1926, póstumo)
-Cartas inéditas de Fradique Mendes (1929, póstumo)

4. Conteúdo do Livro

4.1. Género Literário

Romance

4.2. Assunto (breve síntese)
O romance A Cidade e as Serras, publicado em 1901, é o

desenvolvimento do conto “Civilização”, de Eça de Queirós. A

personagem, José Fernandes, relata a história do protagonista

Jacinto de Tormes. Nesta história são destacados os episódios

directamente relacionados com a personagem principal, ficando os

factos da história de Zé Fernandes apenas como elos de ligação da

história vivida por Jacinto. Desde o início, o narrador apresenta

um ponto de vista firme, depreciando a civilização da cidade.
Na primeira parte da narrativa, Zé Fernandes justifica a sua

aproximação de Jacinto (o “Príncipe da Grã-Ventura”), ligando-se a

ele por amizade fraternal em Paris. Jacinto nascera e sempre morara

num palácio, nos Campos Elíseos, número 202. A mudança de sua

família de Tormes em Portugal, para Paris deveu-se a seu avô

Jacinto Galião. Seu neto, ao contrário do pai, que morrera

tuberculoso, foi sempre fisicamente forte e, além de rico, era

inteligente, voltando toda sua actividade para o conhecimento. Mas

detestava o campo e amontoara no seu palácio livros de toda a

conquista das filosofias e ciências, além dos aparelhos

tecnicamente mais sofisticados da época. E, para Jacinto, “o homem

só é superiormente feliz quando é superiormente civilizado”.
Zé Fernandes era decididamente contrário a essa orientação

tecnicista e mecanizada e vai registando como Jacinto rompe

totalmente com seu passado campesino, deteriorando-se na cidade. A

regeneração só ocorrerá com uma atitude assumida por Jacinto, já na

segunda parte da narrativa – nas serras.
Um dia Jacinto, enfastiado da vida urbana, fala a Zé Fernandes

sobre a sua partida para Portugal, a pretexto de reconstruir uma

casa em Tormes, deslocando para lá os confortos do palácio.

Entretanto, o criado Grilo perde-se com as bagagens, que, por

engano, foram remetidas para Alba de Tormes, Espanha. Assim o

supercivilizado Jacinto chega a Tormes apenas com a roupa do corpo.
Em contacto estreito com a natureza, Jacinto renova-se, primeiro

liricamente, numa atitude de encantamento, integrando-se depois na

vida produtiva do campo, quando aplica seus conhecimentos técnicos

científicos à situação concreta de Tormes.
Sem romper totalmente com os valores da “civilização”, Jacinto

adapta o que pode ao campo. Modernizam-se dessa forma as serras,

algumas reformas sociais são introduzidas e a produtividade

aumenta. Ao príncipe da Grã-Ventura, só faltava um lar, o que

ocorre em seguida, por meio de seu casamento com a prima de Zé

Fernandes, Joaninha. Assim completamente feliz, no quotidiano das

serras, Jacinto não mais volta a Paris, e esquece as companhias

parisienses, como do grã-duque Casimiro, a condessa de Tréves, o

conde de Tréves, o banqueiro judeu Efraim, madame Oriol entre

outros.

4.3. Citações favoritas (se necessário, explicadas no contexto)
- Pare! As nossas malas, as nossas mantas!... Prà'qui!... Oh Grilo!

Oh Grilo!

4.4. Opinião sobre o livro
Muitas descrições aborrecidas, mas tirando isso, é giro .

Observações: Ajudaram-me a escrever o resumo, obviamente eu não escrevo assim tão bem .

Conceição
Letra
Letra

Número de Mensagens : 7
Idade : 24
Localização : Setubal
Data de inscrição : 06/11/2009
Pontos : 2911

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Cidade e as Serras - Eça de Queiróz

Mensagem por Filipe Azevedo em Qui 17 Dez 2009 - 16:33

Sim, eu reparo sempre nas ajudas. Podes até encontrar aqui: http://www.jayrus.art.br/Apostilas/LiteraturaPortuguesa/Realismo/Eca_de_Queiros_Resumo_A_Cidade_e_as_Serras.htm o texto da ajuda.

11 valores.

_________________
www.vertentes.pt.vu
avatar
Filipe Azevedo
Professor

Número de Mensagens : 1229
Idade : 56
Localização : Portugal
Data de inscrição : 09/09/2006
Pontos : 15850

Folha de personagem
Guardião secular: Pérgamo

http://www.vertentes.pt.vu/

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum