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Livro: Carolima Autor: Casimiro de Abreu

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Felina Livro: Carolima Autor: Casimiro de Abreu

Mensagem por Lucas Camilo Santos em Ter 26 Abr 2011 - 17:51

Antes de Ler o Livro


1. Identificação do Livro



1.1 Carolina

1.2 Casimiro de Abreu

1.3 Saraiva

1.4 1970



2. Escolha do Livro

2.1 O livro foi escolhido, por ser de um autor muito renomado Casimiro de Abreu. O titulo também teve influencia na escolha, “Carolina”, chama atenção, mas a influencia maior foi pelo autor, já lemos outras obras do mesmo, que foi uma experiência ótima, por isso escolhemos este livro!

Após a Leitura do Livro


3. Contextualização do autor

3.1 Casimiro José Marques de Abreu (Casimiro de Abreu), poeta brasileiro, nascido em 4 de Janeiro de 1839, na Barra de São João, Estado do Rio, que morreu no dia 18 de outubro de 1860, em Nova Friburgo.

Iniciou seus estudos em Nova Friburgo no Colégio Freese.

Em 1853, Casimiro foi para Lisboa deixando seu pai, português, José Joaquim Marques de Abreu, no Rio de Janeiro , onde era comerciante. Viveu 4 anos em Portugal, onde contraiu tuberculose.

Poeta nostálgico, sua solidão deu estímulo à sua vida poética. Dirigiu-se para a terra de Nova Friburgo, vindo a falecer na fazenda lndaiaçu. Seus primeiros versos, foram inspirados e baseados na saudade. Diz Casimiro de Abreu:"estando em minha casa à hora da refeição, pareceu-me escutar risadas infantis da minha mana pequena. As lágrimas brotavam e fiz os primeiros versos de minha vida, que teve o titulo "Ave Maria" Sua vocação foi contrariada por seu pai, que o obrigou a trabalhar em sua loja, privando-o das oportunidades de desenvolver sua vocação artística.



3.2 Outras obras além de Carolina, Camões e o Jaú (1856), As Primaveras (1859), Obras Completas (1940), Poesias Completas (1948), Obras de C. A. (1999).



4. Conteúdo do Livro

4.1 Gênero Literário



4.2 CAPÍTULO I

Era uma bela tarde de primavera no ano de 1848, o céu estava majestoso, o ar cheio de paz, tudo em plena calma em uma quina que se localizava próxima a uma estrada que ligava Lisboa com outra cidade, no final de uma alameda que havia no interior da quinta, havia dois jovens apaixonados ali sentados, um rapaz de aproximadamente 20 a 22 anos que se chamava Augusto, e uma moça de aproximadamente 17 ou 18 anos chamada Carolina, eles estavam se despedindo, pois Augusto estava prestes a partir para Lisboa, e não sabia quando, mas que um dia voltaria para reencontrar Carolina, que era o grande amor de sua vida, e disse também que quando estivesse chegando cantaria uma canção para ela saber que ele havia chegado, foi uma despedida muito difícil, mas depois de muita troca de carinho entre o casal, Augusto partiu em seu cavalo rumo a Lisboa.

CAPÍTULO II

Seis meses após a partida de Augusto, estava lá Carolina no mesmo lugar onde seis meses atrás estava com Augusto aos beijos e lamentos, mas não estava sozinha, estava acompanhada de outro homem aos beijos e sorrisos, o nome dele era Fernando, ele se declarava dizendo que a amava muito, dizendo que Carolina era o amor de sua vida, Carolina também dizia que o amava muito. Foi entardecendo até que a noite chegou, as estrelas começaram a brilhar, mas a lua se ocultou e logo depois Carolina deu um grito, que foi logo abafado por um beijo de Fernando, o motivo do grito foi que Carolina tinha visto a figura de Augusto em um muro a sua frente, e meia hora depois quando a luz da lua voltou a brilhar, Carolina viu o vulto de uma mulher se dirigindo para a sua casa, depois disso a lua se ocultou novamente, e naquele dia a coroa de virgem que circulava a cabeça de Carolina que significava a sua inocência, foi arrancada por Fernando.



CAPÍTULO III

Já era ano de 1849, em certa tarde, Augusto estava chegando a quinta e percebeu que a beleza que havia naquele local quando havia partido já não era a mesma, o inverno havia modificado de modo terrível a beleza daquele local, já não havia mais flores, as árvores estavam todas desfolhadas. Como havia prometido, começou a cantar sua canção para Carolina, mas não houve nenhuma resposta, só um silêncio profundo presente naquelas alamedas, Augusto começou a ficar preocupado e mesmo assim não parou de cantar, mas nada se ouvia, então resolveu se aproximar da casa e que vivia Carolina, logo percebeu que a casa estava abandonada, que resultou na imensa tristeza de Augusto. No mesmo momento uma senhora passava nas proximidades da quinta com seu marido, eles avistaram e reconheceram Augusto, no mesmo momento Augusto os cumprimentou e perguntou sobre Carolina e sua família, acabou tendo a triste notícia de que os pais de Carolina haviam se mudado a alguns meses, mas o pior foi que o motivo que da mudança foi que Carolina havia fugido em meados de dezembro, Augusto estava pálido imóvel, ele ficou inconformado com a notícia, completamente abalado, e diante daquela situação, aflito com a notícia que havia acabado de receber, Augusto montou em seu cavalo, olhou pela última vez aquela quinta de onde recordava boas lembranças, e partiu.



CAPÍTULO IV

Já era 1852, passaram se quatro anos que Augusto tinha visto pela última vez aquela virgem bela chamada Carolina, e como já se passaram muito tempo do último encontro de Augusto e Carolina, Augusto havia descoberto tudo, ele soube que após a sua partida, Carolina se entregou nos braços de outro homem, e soube que esse homem se chamava Fernando, que era um grande amigo de Augusto, outra coisa que ele também descobriu foi que o motivo da fuga de Carolina foi a vergonha de ter perdido a sua inocência, a inocência que Fernando havia tirado naquele dia no ano de 1849, no final da mesma alameda onde viu Augusto pela última vez. Augusto lamentava o fato de Carolina ter partido com Fernando, pois ela era o grande amor de sua vida, Carolina se arrependia por ter se entregado a outro homem e não ter esperado Augusto, e lamentava pois só agora conseguiu enxergar seu erro.

CAPÍTULO V

Era um dia de junho de 1852, Carolina estava na janela do prédio em que morava, na mesma rua vinham dois jovens conversando, esses jovens eram Fernando e Augusto, mesmo sabendo de toda a verdade, Augusto não demonstrava conhecimento do fato entre Carolina e Fernando. Fernando falava que a felicidade de um homem é unicamente aproveitar de várias mulheres, e ao desenvolvimento da conversa, Augusto contou-lhe toda a história de Carolina, sinicamente Fernando demonstrou estar surpreso, e dizia que Augusto tinha que se vingar aproveitando-se de vinte mulheres ao mesmo tempo, pois isso seria uma nobre vingança. Com os dois conversando, chegaram até a escada do prédio em que vivia Carolina, eles subiram, quando chegaram aos aposentos de Carolina ela tentou fugir, mas foi alcançada, e ao olhar para os olhos de Augusto após esse longo período suplicou por perdão e desmaiou, após isso Augusto efetuou sua vingança, ele executou Fernando causando-lhe uma grave e profunda lesão, resultando em uma hemorragia fatal, e aos pés de Fernando disse a seguinte frase: A justiça de Deus foi terrível!”

CAPÍTULO VI

Depois de seu ato de vingança, Augusto ficou desorientado, ele matou uma pessoa que há muitos anos o chamava de amigo, a mulher que ele amava havia-lhe pedido perdão, começou a ficar trêmulo e desmaiou. Uma hora depois acordou sendo observado por dois médicos, passou a noite no hospital e logo ao amanhecer partiu, ele foi a procura de Carolina em seus aposentos, mas uma mulher lá disse que não havia nenhuma Carolina, e sim uma mulher chamada Amélia, Augusto perguntou se podia falar com ela, mas a mulher disse que Amélia havia partido esta manhã, mas que havia deixado uma carta, perguntou-lhe o nome e descobriu que a carta era destinada a ele. Augusto seguiu para sua casa e chegando lá abriu a carta, na carta Carolina pedia perdão, explicou tudo que havia ocorrido, que foi enganada por Fernando, que não retornou para a casa de seus país porque tinha medo da rejeição, e também contava que todas as noites pedia a Deus em suas orações para que pudesse ver aumentos pudesse ver Augusto mais uma vez, e que havia partido para longe. Augusto só em sua moradia dizia que a perdoava e pedia a Deus pela volta de Carolina.

CAPÍTULO VII

Era final de agosto, Carolina estava em Setúbal (Portugal), estava vivendo seus últimos momentos de vida, acompanhada unicamente de um padre, ela confessava todos os seus pecados, pedia perdão por ter traído o homem que amava, por ter abandonado seus pais e pediu ao padre que enviasse uma carta para Lisboa (Portugal), destinada a Augusto, e logo em seguida Carolina disse suas últimas palavras:” adeus... Au... gus...”, e assim partiu, Carolina estava morta.

Alguns dias depois, Augusto recebeu a carta, nela Carolina dizia que quando Augusto lesse a carta ela já estaria morta, pedia perdão por tudo o que havia feito, e pedia para que não amaldiçoasse sua memória e também para que Augusto orasse por ela, Augusto tremulo e abalado disse que ia orar por ela, e também desejava que Deus a perdoasse como ele a perdoou.

4.2 O livro tem como espaço também a cidade de Setubal, Portugal.

4.3 O livro Carolina é um livro, de leitura e compreensão fácil que apesar de suas palavras difíceis em função da época que foi escrito o contexto facilita, e retrata características do Romantismo, pois tem a imagem da mulher virgem com perfeição, e também do Trovadorismo, pois os personagens são bastante voltados para Deus. Este livro é muito interessante, te prende na leitura, e você acaba sempre querendo ler mais e mais, a cada capitulo que passa mais interessante fica a história, tornando assim um exelente livro para ter uma otima leitura.


Última edição por Lucas Camilo Santos em Qui 28 Abr 2011 - 18:10, editado 1 vez(es)

Lucas Camilo Santos
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Felina Re: Livro: Carolima Autor: Casimiro de Abreu

Mensagem por alexandre(hiro) em Ter 26 Abr 2011 - 19:21

Uma boa apresentação!!!Muito interessante embora o assunto tenha ficado um pouco extensa.A nota do trabalho é 16 (8.0) Parabéns

alexandre(hiro)
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