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Carlos De Oliveira "Uma abelha na chuva"

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Carlos De Oliveira "Uma abelha na chuva"

Mensagem por Patricia Ascenso em Sex 17 Nov 2006 - 11:54

Carlos De Oliveira "Uma abelha na chuva"

Patricia Ascenso
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ficha de leitura Uma Abelha na Chuva

Mensagem por Patricia Ascenso em Ter 21 Nov 2006 - 9:43

Ficha De Leitura

Titulo: Uma Abelha Na Chuva

Autor: Carlos De Oliveira

Editor: Assírio &Alvim

Data De Edição: Agosto De 2003



Escolha Do Livro:

Escolhi este livro porque me foi recomendado por uma amiga minha.


Dados Biográficos:
Carlos de Oliveira (1921-1981) nasceu em Belém do Pará, Brasil, e faleceu em Lisboa. Licenciou-se na Universidade de Coimbra em Ciências Histórico-Filosóficas. A sua obra poética e ficcional centra-se na vida campestre. Obras poéticas: Turismo (1942), Mãe Pobre (1945), Descida aos Infernos (1949), Terra de harmonia (1950), Cantata (1960), Sobre o Lado Esquerdo (1968), Micropaisagem (1969), Entre Duas Memórias (1971), Trabalho Poético (2 vols., 1977-1978), Pastoral (1977). Obras de ficção: Casa na Duna (1943), Alcateia (1944), Pequenos Burgueses (1948), Uma Abelha na Chuva (1953), Finisterra (1978). Crónicas: O Aprendiz de Feiticeiro (1971).



Outra Obras:

• Turismo (1942)
• Casa na Duna (1943).
• Mãe Pobre (1945),
• Colheita Perdida (1948),
• Descida aos Infernos (1949),
• Terra de Harmonia (1950),
• Cantata (1960),
• Sobre o Lado Esquerdo, o Lado do Coração (1968),
• Micropaisagem (1969)
• Uma Abelha na Chuva, 1953


Género Literário:

ROMANCE


Assunto:

Este livro relata nos uma historia de uma sociedade antiga.
Álvaro Silvestre comerciante e lavrador em Montouro,(concelho de Corgos) era casado com Maria Dos Prazeres.
Maria Dos Prazeres era filha de um fidalgo,descendente de um coudel-mor,de um guerreiro das Linhas de Elvas e primo da Bispo missionário de Cochim.Seu pai negociou o seu casamento com a familia Silvestres quando ela completou dezoito anos devido a miséria e a desgraça em que viviam.
Álvaro Silvestre possuia terras deixadas pelo seu pai,agora com cinquenta anos decide assumir todos os seus erros perante a sociadade.Álvaro dirige se ao comonarca (jornal de Corgos),onde faz as suas declarações e pede para que estas saiam na primeira página em letras bem grandes e visiveis,mas a sua esposa impedi-o de tal loucura afirmando de ele sobre de distúrbios.
Maria dos Prazeres odeia o seu marido,não sente qualquer amor ou carinho por ele.Leopoldino irmão de Álvaro,vivia em Africa esse sim era o grande amor de Maria.
Maria durante a noita sonhava com leopoldino e com o seu cocheiro o ruívo.Numa noite como era habitual Álvaro bebera muito ate cair para o lado.Ofendera sua esposa e esta pusera-o a dormir no escritório.
Álvaro levanta se de madrugada cheio de dores no corpo e decide ir passear pelos os campos.Ia seguir diante quando ouvio num palheiro o riso de uma mulher,leve e cauteloso.Parou.
Aproximou se do palheiro,sentou se na areia e pôs se á escuta.No palheiro encontrava se o seu cocheiro o ruivo e Clara filha de um comérciante e lavrador.Os dois jovens faziam planos para o futuro,a rapariga encontrava se gravida mas seu pai não permitia tal namoro ou tal gravidez,seu pai queria que ela casasse com um fidalgo.O ruivo comentava tambem a maneira como a patroa,(Maria dos Prazeres)
O olhava parecia que o queria comer.
Á lvaro ao ouvir tudo isto so conseguia pensar numa maneira de se vingar do concheiro,então decidira contar tudo o que ouvira ao pai da rapariga.
Dirigio se a loja do pai da rapariga e conta lhe sobre a grávidez da sua filha com o seu concheiro.O pai da rapariga sem pensar duas vezes decide matar o concheiro e assim o vez.Clara quando se apercebe do crime que o pai cometeu entrega-o a policia,mas o desgosto da podre rapariga era tanto que ela acabou por se suicidar atirando se para dentro do poço.


Citações Favoritas:

• (...)” Não apliques aos bichos a medida dos homens”(...)
• (...)” Nem rei nem papa a morte escapa”(...)
• (...)” Uma preta bem exprimida,deita mais sumodo que uma laranja”(...)


Opinião sobre o livro


Não gostei muito de ler este livro,na minha opinião e um livro um pouco secante.

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Re: Carlos De Oliveira "Uma abelha na chuva"

Mensagem por Filipe Azevedo em Qua 29 Nov 2006 - 16:18

Leitura registada!

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gostaria de receber apontamento s e ficha com resposta da ob

Mensagem por meiginha em Seg 17 Dez 2007 - 4:31

Patricia Ascenso escreveu:Ficha De Leitura

Titulo: Uma Abelha Na Chuva

Autor: Carlos De Oliveira

Editor: Assírio &Alvim

Data De Edição: Agosto De 2003



Escolha Do Livro:

Escolhi este livro porque me foi recomendado por uma amiga minha.


Dados Biográficos:
Carlos de Oliveira (1921-1981) nasceu em Belém do Pará, Brasil, e faleceu em Lisboa. Licenciou-se na Universidade de Coimbra em Ciências Histórico-Filosóficas. A sua obra poética e ficcional centra-se na vida campestre. Obras poéticas: Turismo (1942), Mãe Pobre (1945), Descida aos Infernos (1949), Terra de harmonia (1950), Cantata (1960), Sobre o Lado Esquerdo (1968), Micropaisagem (1969), Entre Duas Memórias (1971), Trabalho Poético (2 vols., 1977-1978), Pastoral (1977). Obras de ficção: Casa na Duna (1943), Alcateia (1944), Pequenos Burgueses (1948), Uma Abelha na Chuva (1953), Finisterra (1978). Crónicas: O Aprendiz de Feiticeiro (1971).



Outra Obras:

• Turismo (1942)
• Casa na Duna (1943).
• Mãe Pobre (1945),
• Colheita Perdida (1948),
• Descida aos Infernos (1949),
• Terra de Harmonia (1950),
• Cantata (1960),
• Sobre o Lado Esquerdo, o Lado do Coração (1968),
• Micropaisagem (1969)
• Uma Abelha na Chuva, 1953


Género Literário:

ROMANCE


Assunto:

Este livro relata nos uma historia de uma sociedade antiga.
Álvaro Silvestre comerciante e lavrador em Montouro,(concelho de Corgos) era casado com Maria Dos Prazeres.
Maria Dos Prazeres era filha de um fidalgo,descendente de um coudel-mor,de um guerreiro das Linhas de Elvas e primo da Bispo missionário de Cochim.Seu pai negociou o seu casamento com a familia Silvestres quando ela completou dezoito anos devido a miséria e a desgraça em que viviam.
Álvaro Silvestre possuia terras deixadas pelo seu pai,agora com cinquenta anos decide assumir todos os seus erros perante a sociadade.Álvaro dirige se ao comonarca (jornal de Corgos),onde faz as suas declarações e pede para que estas saiam na primeira página em letras bem grandes e visiveis,mas a sua esposa impedi-o de tal loucura afirmando de ele sobre de distúrbios.
Maria dos Prazeres odeia o seu marido,não sente qualquer amor ou carinho por ele.Leopoldino irmão de Álvaro,vivia em Africa esse sim era o grande amor de Maria.
Maria durante a noita sonhava com leopoldino e com o seu cocheiro o ruívo.Numa noite como era habitual Álvaro bebera muito ate cair para o lado.Ofendera sua esposa e esta pusera-o a dormir no escritório.
Álvaro levanta se de madrugada cheio de dores no corpo e decide ir passear pelos os campos.Ia seguir diante quando ouvio num palheiro o riso de uma mulher,leve e cauteloso.Parou.
Aproximou se do palheiro,sentou se na areia e pôs se á escuta.No palheiro encontrava se o seu cocheiro o ruivo e Clara filha de um comérciante e lavrador.Os dois jovens faziam planos para o futuro,a rapariga encontrava se gravida mas seu pai não permitia tal namoro ou tal gravidez,seu pai queria que ela casasse com um fidalgo.O ruivo comentava tambem a maneira como a patroa,(Maria dos Prazeres)
O olhava parecia que o queria comer.
Á lvaro ao ouvir tudo isto so conseguia pensar numa maneira de se vingar do concheiro,então decidira contar tudo o que ouvira ao pai da rapariga.
Dirigio se a loja do pai da rapariga e conta lhe sobre a grávidez da sua filha com o seu concheiro.O pai da rapariga sem pensar duas vezes decide matar o concheiro e assim o vez.Clara quando se apercebe do crime que o pai cometeu entrega-o a policia,mas o desgosto da podre rapariga era tanto que ela acabou por se suicidar atirando se para dentro do poço.


Citações Favoritas:

• (...)” Não apliques aos bichos a medida dos homens”(...)
• (...)” Nem rei nem papa a morte escapa”(...)
• (...)” Uma preta bem exprimida,deita mais sumodo que uma laranja”(...)


Opinião sobre o livro


Não gostei muito de ler este livro,na minha opinião e um livro um pouco secante.

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Re: Carlos De Oliveira "Uma abelha na chuva"

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