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A Princesa que Acreditava em Contos de Fadas, Márcia Grad

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A Princesa que Acreditava em Contos de Fadas, Márcia Grad

Mensagem por Ana Rita Carpinteiro em Sab 4 Jun 2011 - 8:48

Ficha de leitura



Antes de ler o livro



1. Identificação do Livro



1.1. Título: A princesa que acreditava em Contos de Fadas

1.1.1. Título Original: The Princess Who Believed in Fairy Tales

1.2. Autora: Márcia Grad

1.3. Editora: Editorial Presença

1.4. Data da Edição: 1ª Edição, Lisboa, Julho 2002





2. Escolha do livro:



2.1. Motivos que levaram à escolha do livro:

A escolha do livro foi bastante óbvia, bastou-me olhar para o título para ficar completamente absorvida e curiosa pelo enredo. Todas as raparigas sonham com contos de fadas e desejam ser autênticas “princesas”, não fugindo eu a regra, peguei imediatamente no livro e comecei a ler sem parar.



Após a leitura do livro



3. Contextualização do Autor



3.1. Alguns dados biográficos:

Marcia Grad Powers é uma psicóloga educacional e professora americana, que vive na Califórnia. É uma excelente profissional com uma brilhante carreira onde se destaca este fabuloso bestseller internacional. Tem participado em inúmeras palestras sobre o Desenvolvimento Pessoal em empresas, universidades e escolas.

3.2. Outras Obras da Autora:

· Escreveu, em conjunto com Albert Ellis, Ph.D, um psicólogo de renome, o livro: The Secret of Overcoming Verbal Abuse, Getting Off the Emotional Roller Coaster and Regaining Control of Your Life.



· Escreveu também: Charisma – How To Get "That Special Magic",



· The Dragon Slayer With A Heavy Heart: A Powerful Story About Finding Happiness And Serenity. . . Even When You Really, Really Wish Some Things Were Diffe.



4. Conteúdo do Livro



4.1. Género Literário: Romance

4.2. Assunto (breve síntese):

A princesa que acreditava em Contos de Fadas é um livro que aborda a história de uma princesa que procura ser libertada por um príncipe encantado. Vitória é uma princesa perfeita que acha que precisa dos outros para ser feliz.

A princesa cresce na companhia da sua criança interior, ou, amiga imaginária, a Vicky que não era aceite pelo rei e pela rainha desejando ser salva por um príncipe tão belo e generoso quanto todos aqueles que a rainha falava quando lia as suas histórias para a princesa adormecer. Vitória e Vicky encontram por fim o tão desejado príncipe encantado que lhes faz tudo e é perfeito: leva-lhes rosas, dá-lhes miminhos, é engraçado... até que este príncipe encantado tão perfeito, denominado Dr. Risinhos se torna o Sr. Escondido, maltratando a princesa. Depois de muitas lágrimas pela parte da Vitória, esta decide aventurar-se numa viagem que vai alterar a sua vida. Vitória vai passar por uma série de experiências durante a sua viagem que lhe vão mudando a maneira como pensa. A princesa vai então descobrir que o caminho para felicidade é uma escolha que depende dela e que os sonhos podem de facto tornar-se realidade.

Estas experiências são reais, tem bastante sentido e são aconselhadas pelo mocho que aparece quase sempre com o seu banjo e o seu chapéu e que é um excelente médico do coração, Henry Herbert Hoot (“ Sou especialista em corações despedaçados”). Durante esta viagem são apresentadas imensas regras sagradas para que a princesa consiga encontrar o seu caminho, destacando-se a cura da verdade, onde o médico do coração diz que se deve tomar quanto se conseguir, sempre que se puder, essas regras demonstram o poder que cada um de nós tem para ser amado e respeitado. Além das regras sagradas, Vitória vai aprendendo lições que são importantíssimas para aquilo que ela tanto deseja: a felicidade!



4.3. Citações favoritas

· As rosas são vermelhas,

As violetas são azuis.

A melhor mulher do reino

És tu, princesa, és tu.”

Citação de uma nota escrita pelo príncipe encantado na altura em que o seu casamento com Vitória era perfeito.

· “ – Deves escolher ser feliz em vez de estar certa.

- Escolher ser feliz? – perguntou Vitória.

- Sim. A felicidade é uma escolha.”

Citação da conversa entre Vitória e Henry Herbert Hoot (médico do coração) quando Vitória se sente muito deprimida depois de uma das brigas com o Sr. Escondido. Henry (também tratado por Doc) explica à princesa que a felicidade é uma escolha.



4.4. Opinião sobre o livro

É sem dúvida na atmosfera do irreal e da fantasia, que se conseguem fazer passar fantásticas mensagens. Este livro superou as minhas expectativas iniciais, porque quando o começamos a ler não imaginamos o quanto este se pode adaptar a cada um de nós, uma vez que nos identificamos com experiências, medos, desafios, e até personagens presentes neste romance.

Marcia Grad conseguiu tornar este livro viciante e cativante visto que a vontade de ler sempre mais um bocadinho, e só mais um bocadinho, foi uma constante nesta minha leitura. Diria, portanto que foi uma boa maneira de começar 2011, com novas ideias e com uma nova noção de como viver a vida.

Por fim, acho que é um excelente livro e que devia ser lido por todas as mulheres e raparigas para que lhes seja dito, finalmente, o valor que têm.

Ana Rita Carpinteiro
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Re: A Princesa que Acreditava em Contos de Fadas, Márcia Grad

Mensagem por Filipe Azevedo em Dom 12 Jun 2011 - 11:43

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