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O velho e o mar

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Leitor O velho e o mar

Mensagem por Daniely Ayumi em Seg 20 Jun 2011 - 6:18


1. Identificação do livro
1.1 Título
O velho e o mar (The old man and the sea)
1.2 Autor
Ernest Hemingway
1.3 Editora
Bertrand Brasil LTDA
Tradução: Fernando de Castro Ferro
1.3 Data da edição
Rio de Janiero - 2002
2. Escolha do livro

2.1 Motivos que levaram à escolha do livro

Pois fala de um velho sonhador que queria pegar o maior peixe que existia no mar, enfrentando os mais perigosos obstaculos.

Após a leitura do livro

3. Contextualização do autor

3.1 Alguns dados biográficos

Ernest Hemingway era um escritor norte – americano.
Nasceu em Illinois EUA dia 21/07/1889
Faleceu aos 62 em Idaho dia 02/07/1961
Hemingway morreu pois se suicidou.

3.2 Outras obras do autor
Romances
To have and have not (Ter e não ter) 1937
A farewell to arms (Adeus às armas) 1940
For whom the bell tolls (Por quem os sinos dobram) 1929
Não – ficção
The dangerous summer (O verão perigoso) 1960
True at first light (Verdade ao amanhaçer) 1999
A moveable feast (Paris é uma festa)

4. Conteúdo
O velho e o mar
Santiago era um velho pescador que ia pescar no rio Gulf nos últimos oitenta e quatro dias não tinha pescado nenhum peixe estava vivendo um período de azar.
Santiago gostava muito da companhia de seu amigo um rapaz ele adorava ir pescar com o velho, mas seus pais o forçaram a ir com outras pessoas pesca, ele não gosto muito iria sentir muita saudade do velho. Ele fica triste de não ir, mas ajudava todos os dias o velho com o rolo de linha, gancho e o arpão o rapaz era muito bonzinho. O velho Tinha olhos da cor do mar era magro, seco e com muitas rugas, suas mãos eram cheia de marcar e ferimentos por causa dos peixes grande que já tinha pegado descrevia o menino. Lembram juntos do tempo em que pegavam peixes grandes, mas fique naquele barco la você vai conseguir ajuntar dinheiro, você não me deixo no momento de mais precisei não duvidou desse velho. Os dois vão tomar cerveja, sentarão e ficaram conversando alguns pescadores que estava sentado ao lado começaram a falar do Santiago fazer piadinhas de mau gosto ele nem ligou fingiu que não era com ele. Alguns mostravam os peixes que tinha pegado, alguns tinham pegado tubarão era levado para a fábrica eram içados e limpos, os fígados extraídos barbatanas cortadas pele raspadas a carne cortada em tiras para salgar explica o velho para o rapaz. O menino pergunta para ele se pode sair com o barco para apanhar sardinhas para o dia seguinte. Ele sai com o barco e Santiago fica lendo o jornal que estava debaixo da sua cama a muito tempo, lendo sobre o baseball os dois adorava ficar conversando sobre os melhores do baseball. O velho fica lembrando-se do dia que levou Rogério pela primeira vez no seu humilde barco, ele era como um filho. Amanha vai ser um ótimo dia profetizou o velho vou bem longe para pegar peixes grandes. Foi andado para sua cabana era construída de “guano” (resistente madeira das palmeiras), só havia uma cama, mesa com cadeira um canto no chão sujo onde cozinhava, tinha uma imagem colorida do sagrado Coração de Jesus, uma fotografia da esposa, mas ele tirou, pois se sentia sozinho ao ficar olhando.
O Velho conversava com seu grande amigo.
Oitenta e cinco e um numero da sorte queria pegar um peixe de quatrocentos quilos! Quero comprar um bilhete com a terminação oitenta e cinco, mas não tenho dinheiro, qualquer pessoa pode me emprestar dois dólares e meio, mas não quero pedir porque vão dizer agora pede dinheiro depois esmola, não se desanime “Estamos em setembro o mês dos peixes grandes”, o rapaz foi no bar pegar marmitas o velho não queria comer, mas o rapaz disse: Enquanto tiver vivo não deixarei passar fome ficaram conversando horas e horas. Estava anoitecendo agora vou deitar para amanhã estar descansado irei te acordar bem cedinho, e você e meu despertador diz o menino. Porque os velhos acordam sempre tão cedo? Para ter o dia mais comprido. Rapaz foi embora velho tirou as calças dobrou e fez de almofadas, adormeceu quase imediatamente. Acordo bem cedinho vestiu a calça fez suas necessidades atrás da cabana e foi pela estrada acorda o menino a porta não estava fechada a chave entrou silenciosamente de pés descalço viu ele na primeira cama agarrou os pés do rapaz com cuidado ate que ele acordo, olhou para o velho balanço a cabeça levantou coloco a calça que estava dobrada do lado da cama. Saíram foram em direção a cabana pegaram os rolos de linha foram arrumar o barco e depois tomar café. Perguntou para o velho. Como dormiu? Muito bem estou muito confiante. Pegaram a isca e foram para o barco o rapaz desejou boa sorte e ali ficou observado o velho que vai ao seu barco lentamente. O velho rema e observa às aves ele já estava mais longe do que esperava, o sol começava se erguer no horizonte ele observa os outros barcos. Hoje a sorte vai sorrir para mim e estou preparado. As aves me ajudam muito nesse mesmo instante a linha puxa freqüente mente agarrou a linha e começou a recolhê-la os estremecimentos aumentava a medida que puxava, puxou rapidamente e conseguiu colocar no barco ele deve pesar uns três quilos.
O sol estava quente e o suor escorria pelas costas enquanto remava ele estava muito cansado “pensou, poderia dormir com os pés encostado na linha se o peixe mordesse eu sentiria, neste momento a linha de um das varas dobrou violentamente arrumou os remos sem mexer o barco segurou na linha com suavidade para o peixe ficar calminho, começou a falar com peixe como se ele fosse entender, o peixe começo a puxar muito a corda começou a produzir uma espécie de assobio na água e ele continuou a segurar esforçando para não cair o barco começo a mexer lentamente em direção ao nordeste. Sentia falta da companhia do garoto mas sabia que tinha que agüentar, o velho estava cansado e com sede mas não sabia com podia pegar a garrafa ajoelhou e pegou-a cuidadosamente, estava anoitecendo ele procurava um modo de ficar confortável no barco sentado admirava as estrelas. Pensava no rapaz de como ele estava de qual seria o resultado do baseball e como queria um radio. O velho precisava comer resolver colocar outras varas para pegar peixes para se alimentar ele puxou a linha tentou aumentar a pressão a linha estava esticada ao maximo sentiu que estava áspero quando puxou queria provocar o peixe, quero matar você hoje , disse o velho.


Um pequeno pássaro vindo do norte veio em direção ao barco pousou na linha, o velho sentia-se sozinho e não tinha com quem conversa começou a falar com a ave, nesse momento o peixe deu um esticão que atirou o velho para proa e teria lançado no mar se ele não tivesse agarrado com força e dado mais linha rapidamente, o pássaro levantou vôo quando a linha estremeceu e ele não viu quando seu amigo o pássaro desapareceu no céu.

Santiago percebeu que sua Mão estava sangrando lavou-a no mar ele ficou muito tempo na mesma posição que estava com cãibra na Mão o peixe se mexeu o velho exclamou vamos mão acorde, a linha começou a ergue-se lenta e cautelosamente na superfície do oceano agitou a proa do barco e o peixe apareceu a água deslizava mansamente pelo enorme dorso as barbatanas ele saiu da água completamente tornando depois a mergulhar suavemente como um mergulhador, o velho viu a cauda em forma de foice desaparecer e começou a dar-lhe linha. Nossa esse peixe tem mais de setenta centímetros do que o comprimento da canoa e um peixe enorme. Tenho que dominá-lo não posso deixar que ele compreenda a força que possui, mas graças a Deus não são tão inteligentes como nos conseguimos matar, embora sejam nobres e mais valiosos. Já vi muitos peixes grandes alguns pesavam mais de trezentos quilos e já pesquei dois desses, mas não estava sozinho e agora to sozinho tenho que desfrutar do mais peixe que lhe foi dado.
Estava bem confiante não queria admitir que ta sofrendo, disse:
- Se eu pegar este peixe vou rezar dez Padres-Nossos e dez Ave-Marias, começou a rezar as Ave-Marias são mais fáceis. Ave-Maria, cheia de graça, o senhor e convosco. Bendita sois vós entre as mulheres, bendito e fruto do vosso ventre Jesus. Santa Maria mãe de Deus rogai por nos pecadores, agora e na hora de nossa morte amém. Sentou calmamente na canoa percebeu que só tinha um pouco de água, tenho que pescar peixes para comer vai que o peixe decide agüentar mais uma noite, tenho que matá-lo murmurou o velho. Já não se sentia bem o sol estava escaldante com muita sonolência um pequeno ferimento na Mão o que lhe incomodava muito tentou repousar um pouco aproveitando que o peixe estava calmo puxando o barco lentamente.
Anoiteceu...
Santiago percebeu que o peixe estava puxando com uma pequena perda de pressão na linha começou a puxá-la com mão direita estava esticada com sempre e quando chegava ao ponto em podia partir-se o peixe começava a ceder. Tenho que fazer com que ele se aproxime mais, mais e mais, tenha força meu velho pensou o pescador.
Ele puxou a linha com todas as forças que lhe restavam pra aproximá-lo mais, estou cansado muito cansado...

Depois de tanto tentar ate que em fim conseguiu, o peixe estava a flutuar no mar o velho pescador levou a canoa junto dele, quando se aproximou o velho não acreditava no seu tamanho, desprendeu a linha do arpão do poste passou-a pelas barbatanas deu lhe uma volta pela espada em seguida passou a linha pela a outra barbatanas atou a linha duas vezes prendendo-a com força ao poste da proa, a esse deve pesar mais de quinhentos quilos ao mais murmurou o pescador.

Agora posso ir embora tenho que ir para o sudoeste não tenho bússola, quero sentir o vento para saber aonde posso ir.
O velho remava, remava e remava... Agora o velho estava cheio de coragem, mas com poucas esperanças. A noite percebeu que tinha um tubarão vendo atrás da canoa o peixe estava sangrando muito velho sabia que muitos tubarões ainda iam ter que enfrentar ajuntou todas suas forças que ainda lhe restava cravou o arpão na cabeça do tubarão bem na hora que ele colocava a cabeça para fora.
E o homem foi feito para derrota, disse em voz alta, um homem pode ser destruído, mas nunca derrotado. Seguia seu caminho o pescador perscrutava o horizonte, mas não conseguia ver nenhuma vela nem se quer o rastro de fumaça de um navio. Estou mais para a nascente do que julgo, já devo estar perto pensou o velho.
Agora sabia que já se encontrava na corrente que conduzia a terra firme e podia ver as luzes da praia. O vento e nosso bom amigo, o mar tem amigos e inimigos, a minha cama agora pode ser minha amiga pensou o velho. Não fui vencido e tão longe eu cheguei, ao chegar bem pertinho percebeu que não tinha ninguém na praia para ajudar com muita dificuldade arrastou o barco para a terra deixando no meio da praia, pois não conseguia levá-lo mais longe passou o cabo a volta da rocha e deixo bem seguro. Pegou o mastro e tentava levar para sua cabana não tinha força caiu na areia ali ficou uns quinze minutos levantou e caiu mais umas cinco vezes antes de chegar à cabana. Já dentro dela encostou o mastro na parede no meio da escuridão encontrou uma garrafa de água e bebeu até matar a sede, deitou na cama cobriu-se com a manta tentando agasalhar bem as costas os ombros e as pernas e adormeceu com a cabeça apoiada no rolo de jornal que lhe servia de almofada.
Estava ainda dormindo quando pela manhã o rapaz olhou pela porta e viu o velho chegou perto dele viu que ele estava respirando olhou para as mãos de Santiago e começou a chorar estava muito ferida. Saiu para rua sem fazer menor ruídos e afastou-se para ir buscar café, durante o caminho não parou de chorar. No meio do caminho observo a movimentação dos pescadores ao lado do barco do velho comentavam do peixe enorme eu ele tinha pescado.
Alguns pescadores ate perguntava como ele estava, já tinha ate medido o peixe pois ninguém acredita que Santiago tinha pegado um peixão de cinco metros e cinqüenta da cabeça a cauda, voltou a cabana sentou do lado do velho esperando ele acorda ta demorando muito para acorda resolveu ir procurar lenha para esquentar o café quando ele acordasse. Em seguida o velho acordo viu seu amigo do seu lado e disse:
- eles conseguiram me vencer. O rapaz não deixa terminar de falar, não meu velho você esta cansado descase e tome esse café e o peixe não te venceu sim o cansaço.
Sentimos sua falta, a policia estava atrás de você, mas o oceano e muito grande para um barco pequeno, o meu velho eu pequei alguns peixes em quanto estava no mar, mas não to nem ai quero ir com você tenho muito que aprender ao seu lado. Eu vou busca comida para mais tarde e jornal de quando você estava fora e alguns remédios para sua Mão, já volto fique ai deitado.
No caminho ele chora de alegria, pois Santiago estava de volta, fez tudo que tinha que fazer viu a grande movimentação no Esplanada (bar), voltou para cabana o velho continuava com o rosto escondido no monte de jornais que lhe servia de almofadas o rapaz sentado ao seu lado ao observá-lo, o velho agora sonhava tranquilamente.

Fim!



4.1 Gênero literário
Romance americano

4.2 Síntese

Santiago lutou em busca da sua auto-estima, do seu bom combate, buscando na sua travessia pelo mar vencer os obstáculos da vida.

4.3 Citações favoritas

Sabedoria, Paciência, experiência, perseverança, fé em si mesmo foram os ingredientes que garantiram a sua vitoria e o seu sucesso.

4.4 Opinião sobre o livro

O livro explora os limites da capacidade humana e devem ser lidas várias vezes, porque a cada idade, fase da vida, atribulação percebe-se uma nova mensagem.


Daniely Ayumi e Vanessa Carvalho

Sentaro Takaoka

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Leitor Re: O velho e o mar

Mensagem por Filipe Azevedo em Ter 21 Jun 2011 - 10:36

Apaguei as repetições da mensagem. Penso que foram engano.

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Leitor Re: O velho e o mar

Mensagem por alexandre(hiro) em Qui 23 Jun 2011 - 16:43

Uma obra que tomei conhecimento apenas na Escola Sentaro Takaoka, com um grupo que apresentou um teatro sobre tal livro.Achei a apresentação muito boa, um pouco complida o síntese, mas muito boa!A nota da apresentação é 16 (8.0)Parabéns

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Leitor Re: O velho e o mar

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