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Noite na taverna - Alvares de azevedo

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Boa Noite na taverna - Alvares de azevedo

Mensagem por Marielli Pereira em Seg 12 Set 2011 - 13:44

Ficha de leitura


Antes de ler o livro

1. Identificação do Livro






1.1. Título:Noite na Taverna


1.2. Autor(a): Álvares de Azevedo

1.3. Editora: Editora Komedi

1.4. Data da Edição:2009

2. Escolha do livro:

Foi indicado pela professora Tânia Aparecida Fernandes rocha


3.Após a leitura do livro


3.1. Alguns dados biográficos




Nascido a 12 de setembro de 1831 em São Paulo, transferiu-se cedo para o Rio de Janeiro.estudou, nos colégios Stoll e Dom Pedro II, onde foi aluno de Gonçalves de Magalhães
Em 1848
, retorna para São Paulo para cursar a Faculdade de Direito, participando da intensa vida literaria, fundando a revista mensal da sociedade ensaio filosofico paulistano. Ele tinha saude fragil e ainda durante o tempo na faculdade adquiriu tuberculose. Faleceu aos 21 anos, sem terminar o curso de direito,25 abril de 1852,um mes depois de produzir sua poesia “se eu morresse amanha” lida por joaquim manuel de macedo no dia de seu enterro. é patrono da cadeira nº2 da academia brasileira de letras, por indicaçao do poeta coelho neto.


3.2. Outras Obras do(a) Autor(a)



Ø Lira dos Vinte Anos (1853, antologia poética);

Ø Macário (1855, Drama );

Ø Poesias diversas (1853)

Ø Discursos (1849, unico texto publicado em vida)




4. Conteúdo do Livro
4.1. Gênero Literário :contos brasileiros

4.2. Assunto (breve síntese):

I-Uma noite do século:

A história começa com um grupo de amigos bêbedo e conversando em um bar ou “Taverna” como eles dizem, estando bêbadas suas conversas são confusas, a cada vez eles estão mais e mais bêbedos falam de mulheres religião e discutem a existência de Deus, até que Solfiere fala e todos ficam em silêncio.

II-Solfiere:

Ele conta sua história que foi a Roma e descreve uma linda noite até que avistou uma mulher na janela, ela saiu e não olhava pra ninguém, como se a rua estivesse vazia, eu segui a bela moça estava chovendo muito forte chagamos num campo e de repente eu adormeci, mas quando acordei, não vi mais a bela moça, no entanto percebi que não era um sonho pois havia alguns rastros de que esteve outra pessoa no local e um crus no campo estava quebrada.Por outro lado eu peguei uma forte gripe, por ter pegado toda aquela chuva e eu estava com muita febre.Após um ano voltei a Roma e me divertia com muitas mulheres e muita bebida como de costume sempre bêbado, quando voltei a mim eu estava em uma igreja ao lado de um caixão e quando eu o abri e vi uma linda moça e eu a tomei nos meus braços, pesava muito ainda delirando eu dei vários beijos nela, tirei os véus dela como um noivo despindo sua noiva.Já estava de madrugada, o calor do meu peito e dos meus lábios parecia reanimar a moça, que abriu os olhos lentamente, ela estava se recuperando mais desmaiou novamente, após um tempo eu peguei ela nos braços e a estava levando para fora da igreja, até que encontrei um corpo no chão, era o coveiro da igreja que estava dormindo ali, saindo do cemitério encontrei com uma patrulha, e o guarda me perguntou onde eu estava levando aquela moça, desconfiaram que eu era um ladrão de túmulos, por a moça estar com roupas estranhas, mais eu pude provar que ela estava viva e disse que era minha mulher eles me deixaram ir.Cheguei em casa coloquei a moça em meu quarto, e logo bateram em minha porta era meus amigos de bar, deixei eles na sala bebendo e com a embriaguez nem notaram minha ausência , a moça agüentou duas noites e dois dias com febre e delirando muito até que faleceu, a eu a peguei nos braços a beijei pela última vez e tirei os pisos do meu quarto cavei sua cova e a enterrei no meu quarto, dormi sobre seu túmulo por um ano.Bertram perguntou se tudo o que eu tinha dito era verdade e jurei Pelos meus pais que tudo o que disse realmente aconteceu, e ainda diz que com o pé assentou a terra do tumulo.

III-Bertram:

Bertram faz um comentário da história de Solfiere e começa a contar uma nova história de uma moça muito bela com um perfume muito doce, puro uma moça muito delicada. Eu a amava, e iria me casar com ela, até que o chamado de meu pai me afastou de Ângela o amor da minha vida nesse dia eu só chorava e soluçava a perde do meu amor, fiquei dois anos com meu pai muito doente até ele morreu e com sua fortuna voltei para o meu amor, mais ela estava casada e com um filho, mas meu amor não tinha morrido nem o de Ângela, nosso encontro foi um momento de beijos, abraços, alegrias, tristezas, promessas, e maldições, nos encontramos numa noite, e várias outras noites, até que seu marido descobriu tudo. Eu sempre ficava em frente de sua casa à observando, e rápido ela saiu e pegou minha mão e disse para eu segui-la, suas mãos estavam molhadas, a casa estava muito escura, enquanto ela foi buscar alguma luz eu tentei achar um lugar para sentar, até que achei a mesa da sala que esta muito úmida com um liquido espesso, fui esfregando nela até encontrar uma coisa redonda e cabeluda muito molhada, quando Ângela chegou com a luz eu não acreditei no que vi, era o seu marido, mas sem a cabeça, e por cima do corpo dele havia outro corpo pequeno ensangüentado que era seu filho um lindo menino ambos estavam mortos, e disse que tirou forças do nosso amor para praticar tal crime.Após esse terrível episódio vivemos nossa vida de uma maneira muito louca, Ângela estava me acompanhando em tudo, nos jogos na bebida, andava a cavalo atirava armas, era quase um homem, eu não à reconhecia mais, não era minha Ângela delicada e pura, certo dia ela se foi, e sua mudança só me fez sentir mais sua falta, nos jogos, nas cavalgadas, nas bebidas, e eu como sempre me embebedei e cai perto de um palácio, onde passava uma carruagem que passou por cima de mim, fiquei com um ferimento na cabeça, fui socorrido por uma família de um velho viúvo e sua filha uma jovem de 18 anos, que se apaixonou por mim, eu a levei embora comigo seu pai chorou muito por ter perdido a filha tão pura.Com o tempo perdi os pertences da jovem em jogos e enjoei dela venda-a para um pirata, mas ela o envenenou na primeira noite e se afogaram.Cada vez mais eu bebia e me envolvia com outras mulheres, até que senti uma vontade louca de acabar com minha vida, pulei no mar, mais um tripulante tentou me salvar mais eu não estava lúcido e acabei afogando o moço, e o matei, sua embarcação me salvou, e me culpavam pela morte de seu amigo todos choravam e eu ria muito, muito mesmo ...Avistamos um navio erguendo ancora, o capitão me viu e me convidou para fazer parte de sua tripulação eu aceitei, era uma grande tripulação mais havia uma mulher linda com aparência muito pura como um anjo, era a esposa do capitão, ao passar do tempo fui escrevendo versos que quando a moça Liu chorava muito, até que fomos atacados por piratas, foi uma luta terrível até que conseguimos explodir o navio deles era fogo pra todo lado, o chão do navio estava escorregadio de tanto sangue no navio inimigo os tripulantes pulavam de sua embarcação alguns sem membros, pegando fogo, com a pele descolando de seus corpos, era um cenário terrível, embora ganhamos mais saímos desse com apenas 5 pessoa eu, o capitão sua esposa e mais 2 tripulantes.Vagamos por dois dias se alimentando com bolachas molhadas pela água do mar.Um senhor velho entrou no bar e interrompeu minha história um de meus amigos que estava na mesa perguntou o nome dele o homem enrolou para dizer foi citando sua vida, dizendo que era um homem de duas lembranças de sua amada que morreu de febre de um poeta louco, o homem bebeu seu vinho e foi embora.Continuando minha história....e os dois tripulantes morreram ficamos em três, já chegava o ponto de a loucura, tive a idéia de que alguém tinha que morrer capitão foi escolhido, lutamos corpo-a-corpo a antes de ele morrer eu disse que iríamos sobreviver com eles pois os outros dois deram 2 dias de comida. Quando acabou toda nossa comida a mulher do capitão estava bebendo água do mar e ria dizendo que era vinho, não era difícil notar que ela já estava louca, nós combinamos de morrer juntos, e de repente eu adormeci, eu acordei em um navio, já estava salvo, pedi primeiro por vinho mais as garrafas do navio já estavam vazias. Bertram nota que Gennaro aparenta dormir e pergunta se ele estava mesmo dormindo ele disse que não, pois a história que acaba de ouvir o lembrava de uma história sua.

IV Gennaro

Eu com 18 anos era aprendiz de pintura do meu mestre o Godofredo era bem mais velho embora era um viúvo com uma filha de 15 anos e namorava com Neuza de 20 anos que era muito atraente pra mim, quase tínhamos a mesma idade.Eu comecei a me apaixonar por Neuza, e notava que ela também sentia algo por mim, sempre a noite quando eu passava com minha lamparina pelo corredor, Laura vinha até o meu quarto e apagava minha lamparina e me beijava, mas não passava disso.Num certo dia meu mestre Godofredo tinha saído e Neuza foi até a Igreja, eu estava no meu quarto descansando até que Laura entrou seminua e o meu fogo de 18 anos não deixou aquele encontro passar de apenas beijos e aquele acontecimento se repetiu por 3 meses, Laura veio até o meu quarto, veio com um papo sério dizendo que eu tinha desonrado ela e que eu teria que contar tudo ao seu pai, esse foi um momento muito louco pra mim eu não sabia o que fazia se não contasse perdia Laura, se eu contasse seria expulso da casa do meu mestre Godofredo, e ficaria longe de Neuza que era meu grande amor, eu não disse nada a Laura ela foi para o seu quarto.Com o tempo Laura foi ficando muito estranha, seu pai começou a notar isso, até que um dia bem a noite Neuza veio ao meu quarto aos gritos e disse que Laura estava morrendo, fui até o quarto dela, e me disse no ouvido que ela estava morrendo, e levava junto o nosso filho....

Com a morte de Laura Godofredo ficou muito perturbado, ele bebia muito e ficava noites e noites no quarto da filha andando de um lado para outro, eu já estava com bastante intimidade com Neuza e sempre ia ao quarto dela, já tínhamos uma relação. Numa certa noite Godofredo entra no quarto de Neuza ma tira da cama dela e me joga no quarto de Laura e descobre um quadro da filha eu vi como se ela estivesse na minha frente e com o medo e remorso do momento eu confessei tudo o que havia feito. Após essa situação meu mestre começou a me tratar com mais frieza e o clima na casa era sinistra, num dia meu mestre pegou sua lanterna, sua capa, e me chamou para irmos à floresta. Estava muito escuro não se via nada até que Godofredo me pediu para que eu ficasse esperando ele perto de uma rocha, ele foi até uma cabana e saiu com uma garrafa pequena, ele se sentou perto de mim e disse que iria me contar uma história e disse que era pra eu ser o Juiz e julgar o certo e errado de sua história. O mestre contou toda a nossa história.Seu mestre começa a lhe jogar indiretas Gennaro fica sufocado e pensou em lutar, mas o velho era forte ,Gennaro não tinha chance, então ele se entregou e disse que estava pronto pra morrer, Godofredo riu e jogou o aluno para o abismo, Gennaro tentou se agarrar nos galhos mais eles furavam suas mãos e seu peito ele desistiu e se entregou, e por sorte acordou em uma cabana de camponeses, ele tinha sido salvo.Assim que se recuperou ele pensou em se humilhar para conseguir o perdão de seu mestre, mas no local onde ele tinha sido jogado havia um punhal, ou seja Godofredo queria matá-lo. Gennaro mudou de idéia quis se vingar de seu mestre e decidiu ir até a casa dele chegando, lá encontrou a casa toda fechada. Arrombou as portas do fundo estava tudo escuro Gennaro foi até o quarto de Neuza, e encontrou dois corpos jogados pelo chão, já com um cheiro de podridão, mais encontrará também um odor semelhante ao que sentiu na floresta quando seu mestre saiu da cabana e descobriu que era o veneno Godofredo já tinha tudo planejado para a morte dos três.



V Claudius HermannOs amigos insistem para que o inglês Claudius Hermann, que está bastante bêbado, conte uma história também. Ele conta que era um milionário devasso, viciado em corridas de cavalo. Um dia, antes das corridas começarem, ele vê uma bela mulher passando a cavalo na frente das arquibancadas: “no cavalo negro, com as roupas de veludo, as faces vivas, o olhar ardente entre o desdém dos cílios, transluzindo a rainha em todo aquele edema soberbo: … bela na sua beleza plástica e harmônica, linda nas suas cores puras e acetinadas, nos cabelos negros, e a tez branca da fronte; o oval das faces coradas, o fogo de nácar dos lábios finos, o esmero do colo ressaltando nas roupas de amazona”.
Era a duquesa Eleonora e Hermann se apaixona por ela. Passa a segui-la e contemplá-la durante seis meses. Resolve, então, possuí-la de qualquer maneira. Suborna um empregado do palácio e, toda a noite, durante um mês, coloca sonífero na bebida de Eleonora e a possui enquanto ela dorme. Mas, ainda insatisfeito, decide raptá-la. Coloca o sonífero no copo de água ao lado da cama da duquesa. O duque Maffio também bebe daquela água e ambos ficam narcotizados. Claudius carrega Eleonora adormecida para uma estalagem, fora da cidade. Quando a duquesa desperta na manhã seguinte recusa-se a se entregar a ele, mas Claudius consegue convencê-la, falando do seu amor, mostrando-lhe os versos que escrevera para ela e, principalmente, argumentando que o marido a recusaria depois do rapto, e a sociedade a condenaria.
Neste ponto da narrativa, Claudius mostra aos companheiros da taverna os versos que escrevera para a duquesa. Johann lê para os outros convivas. Claudius retoma o relato e conta que Eleonora decidiu ficar com ele. Interrompe aí o caso e dorme, desmaiado de sono e bebida. Os ouvintes tentam acordá-lo, mas não conseguem. Arnold, o louro, que até então estava dormindo, acorda e termina a narrativa de Hermann. Conta que, um dia, ao entrar em sua casa, Claudius encontrou “o leito ensopado de sangue” e, em um canto escuro, abraçado ao cadáver de Eleonora, o corpo do duque Maffio. Ele matara a esposa e se suicidara.
Arnold termina a história, estende sua capa no chão da taverna e volta a adormecer, junto com outros companheiros que ali já dormiam.


Johann

A história de Johann se passa em Paris. Estava jogando bilhar com um belo jovem louro que se chamava Artur. Acreditando que o jovem tentava trapaceá-lo, briga com ele. Os dois decidem, então, travar um duelo. Dirigem-se ao hotel em que mora Artur, onde este escreve uma carta à mãe e mostra a Johann um anel no seu dedo. Sugere que, se ele morrer, Johann entregue tudo a alguém que ele iria revelar mais tarde. Brindam juntos à amada misteriosa de Artur.
Artur explica que o duelo seria à queima-roupa, com duas pistolas, uma carregada e outra não. Cada um escolheria a pistola sem saber qual estava carregada. Johann concorda e ambos vão a uma esquina deserta, fora da cidade. À meia-noite, Artur coloca as pistolas no chão. Eles escolhem as pistolas, sem tocá-las. Artur reza por sua mãe enquanto Johann lembra-se de que também tem uma família: a mãe, uma irmã e um irmão, que vive com elas e protege a irmã. No entanto, ele sempre os esquecia.
O duelo prossegue. Eles caminham “frente a frente”, as pistolas se encostam nos peitos e são disparadas. Artur cai quase morto. Johann pega o anel e tira do bolso de Artur dois bilhetes. Volta à cidade e, à luz de um lampião, vê que um dos bilhetes era a carta para a mãe do rapaz, o outro era destinado a Artur, estava aberto e assinado apenas por uma inicial: “Tua G”. A mulher misteriosa marcava um encontro com o rapaz. Johann, por impulso, decide ir ao encontro no lugar de Artur.
Quando chega ao endereço mencionado, Johann está com o anel de Artur. No escuro, uma mão feminina encontra a dele e o leva. Sobem as escadas e entram num aposento. A moça fecha a porta e se entrega a Johann, que nota que ela era virgem. Passam a noite juntos e, quando Johann está saindo do quarto, encontra um vulto à porta. Acha que conhece aquela voz, mas não consegue se lembrar de quem era. O vulto o segue pelas escadas e, quando chegam à porta, o ameaça com uma faca. Eles lutam e Johann mata o rapaz sufocado. Ao sair, tropeça numa lanterna e resolve ver quem era o jovem que matara. Ergue a lâmpada e o reconhece: era seu irmão.
Desatinado, sobe de volta para o quarto da jovem. A moça está desmaiada. Ele carrega seu corpo até a luz e vê… Nesse ponta da narrativa, Johann pede conhaque ao amigo Archibald; está trêmulo e suando, diz que sente frio e quer beber para esquecer. Então, finalmente, confessa: a moça que desonrara naquela noite terrível era a sua própria irmã.


Último beijo de amor


Terminada a orgia, todos dormem, repletos de vinho, na taverna escura. A noite já vai alta quando a porta abre-se e entra uma mulher vestida de negro. O narrador assim a descreve:
“Talvez que um dia fosse uma beleza típica, uma dessas imagens que fazem descorar de volúpia nos sonhos de mancebo. Mas agora com sua tez lívida, seus olhos acesos, seus lábios roxos, suas mãos de mármore, e a roupagem escura e gotejante da chuva, disséreis antes — o anjo perdido da loucura.”
Procura alguém, com a lanterna, entre os convivas adormecidos. Encontra Arnold, o loiro, parece que vai beijá-lo, mas pára e continua procurando. Quando a luz ilumina Johann, aproxima-se e o apunhala. Volta-se para Arnold e o acorda. Arnold reconhece sua antiga namorada, e ela confirma: “- Outrora era Giorgia, a virgem; mas hoje é Giorgia, a prostituta!”
Giorgia, então, despede-se de Artur, e mata-se com o punhal. Artur apanha o punhal e se suicida. Seu corpo cai sobre o de Giorgia e a lâmpada apaga-se.




4.3. Citações favoritas (se necessário, explicadas no contexto):


“Quando ângela veio com a luz ,eu vi...era horrivel!...o marido estava degolado.” (angela assassina seu marido por amor a Bertram.)

4.4. Opinião sobre o livro:
no começo do livro voçê acha que vai ser uma historia sem sentido por começar em um bar com 5 pessoas enbreagadas mais ao decorrer da historia você começa a perceber que seus contos sao cheios de adulterios,necrofilia,traiçao, antropologias,assassinatos por vingança ou por amor. E nisso se torna uma historias cheias de fantasias, o livro tem uma linguagem complicada mais se você presta bem atençao você consegue entender perfeitamente.

Realizado: Marielli pereira marques, Diego de souza e Priscila aparecida do 3ªB do ensino medio


Última edição por Marielli Pereira em Dom 18 Set 2011 - 12:11, editado 1 vez(es)

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Boa Re: Noite na taverna - Alvares de azevedo

Mensagem por leticia fernandes campos em Ter 13 Set 2011 - 15:20

cheers parabéns pela apresentação.. muito boa.. na minha opinião não tem do que reclamar pois resumiu a história bem..

nota 10...ihihi:D

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Boa Re: Noite na taverna - Alvares de azevedo

Mensagem por nicole monteiro em Qua 14 Set 2011 - 17:51

Concordo com a Letícia, o/

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Boa Re: Noite na taverna - Alvares de azevedo

Mensagem por Renato Trajano em Qua 14 Set 2011 - 18:12

Um clássico de Alvares de Azevedo, muito bem explorado.
Parabéns ao grupo, e que venha a apresentação !

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Boa Re: Noite na taverna - Alvares de azevedo

Mensagem por Diego Geraldo de Souza em Sex 16 Set 2011 - 18:25

Estou com medo de apresentar agora na sala..... Cacete

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Boa Re: Noite na taverna - Alvares de azevedo

Mensagem por Renato Trajano em Sex 16 Set 2011 - 18:28

Precisa ter medo não, pelo tanto que vocês estudaram sobre a obra, vão tirar de letra =D

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Boa Re: Noite na taverna - Alvares de azevedo

Mensagem por Lucas Camilo Santos em Sab 17 Set 2011 - 10:22

Melhor que tem na minha opinião!

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Boa Re: Noite na taverna - Alvares de azevedo

Mensagem por alexandre(hiro) em Dom 18 Set 2011 - 17:02

O trabalho foi bem avaliado por seus colegas.
Por fim, a professora Nilse fará a avaliação deste trabalho.

Att

alexandre(hiro)
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Boa Re: Noite na taverna - Alvares de azevedo

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