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A Terra é azul

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A Terra é azul

Mensagem por Paulo Henrique em Seg 12 Set 2011 - 20:20

1.Identificação do livro

1.1 Titulo: A Terra é azul

1.2 Autor: Lucia Junqueira de Almeida Prado

1.3 Editora: Brasiliense (São Paulo)

1.4 Data da edição: 1975

2. Escolha do livro
O livro foi escolhido por chamar a atenção com o título

Após a leitura

3. Contextualização do autor

3.1 Lucília Junqueira de Almeida Prado
Lucília Junqueira nasceu em São Paulo, porém passou toda sua infância numa fazenda perto da cidade de Conquista, voltou para São Paulo para fazer o ginásio e posteriormente fez secretariado, aliança francesa, cultura inglesa e cursos de literatura. Aos dezenove anos se casou e voltou a morar numa fazenda. Ela tem cinco filhos, onze netos e quatro bisnetos. Como escritora ganhou o premio jabuti em 1971 com a obra “Uma rua como aquela”, possui mais de oito prêmios sendo o mais importante “Pen Clube Internacional” pelo conjunto de obras. Em 1980 e 1981 ela foi presidente da “Academia Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil” e em 1980 ganhou o diploma “personalidade do ano”.

4. Conteúdo do livro

O livro começa com um menino chamado Valentim que dês de que o pai morreu começou a morar com a mãe e os quatro irmãos
Ele teve que sair da escola para ajudar com os custos da família e trabalhava como ajudante de pedreiro de dia e de noite era lanterninha de cinema.
Uma noite quando saia do cinema e vinha pela rua do hospital ou viu um som estranho perto dos trilhos do trem que deixou ele com muito medo, ele tentou correr, mas não conseguia, então começou a rezar e foi iluminando coma lanterna para ver se achava o que era aquele som, então ele viu que era um cachorrinho, Valentim pegou o filhote nos braços, quando o trem estava se aproximando e clareando os trilhos ele viu uma caixa mais a frente, correu até ela e dentro tinha mais quatro filhotes, mas estavam mortos.
Com dó do filhote Valentim leva ele para casa, chegando na casa sua mãe sai de encontro com ele para ver o porque que ele vem conversando sozinho, então ele mostra o filhote para ela, a mãe se assustou e levou a Mao a boca para não gritar, mesmo assim três irmãos de Valentim acordaram e vieram até eles, todos ficaram felizes com o filhote, Valentim vendo que o filhote estava com fome deu o leite que sua Irma não bebeu, perguntaram o nome do cachorro e Valentim disse que era Valente, com a alegria de todos fazendo barulho o papagaio começou a gritar e acordou a Irma de Valentim, quando ela viu o filhote ficou feliz também.
Em uma manha Valentim sai cedo com o cão Valente, passando pelos trilhos do trem Valente fica triste, gemendo, mas Valentim não diz nada porque o cão deve lembrar-se dos irmãos mortos naquela noite.
Depois que eles passaram pelos trilhos Valentim começa a pensar nas coisas, ele estava feliz pelo seu irmão Amauri não estar mais doente, a mãe deles é que estava sofrendo com tudo, às contas na farmácia estava bem alta, ela estava até pensando em se casar de novo para o marido ajudar nas despesas, ouvindo isso Valentim ficou chateado porque ele trabalhava em dois empregos e entregava o que ganhava para ajudar sua mãe e ele não tinha culpa do irmão ficar doente e deixar família em dividas.
Valentim e Valente chegaram a um armazém que já estavam devendo há um tempo, o dono disse que se eles não pagassem rápido não ia vender mais nada a eles, triste com tudo isso o menino começa a lembrar de sua mãe de novo e das dificuldades financeiras, ele podia pedir um empréstimo pro seu patrão, mas ele não queria ficar devendo para ninguém, sentado com seu cachorro ele lembrava de como a vida era triste e vazia sem Valente, Valentim começou a brincar com o cachorro dizendo que só assim poderia esquecer os problemas e as dividas do médico, farmácia e armazém.
Chegando ao trabalho o seu chefe Seu Adelso veio perguntar como estava seu irmão, Valentim disse que o irmão estava melhor e foi trabalhar, depois de um tempo Valente veio com a comida do Seu Adelso na boca, Valentim tomou do cão e foi levar de volta para o quarto onde o patrão guardava, na curiosidade ele destampou a marmita e viu que dentro só tinha arroz, arroz mal feito, então ele pensou, uma pessoa tão bem de vida comendo que nem um porco, deixando a comida ele voltou ao trabalho.
Depois de um tempo Valente sai correndo para a rua, eram os irmãos de Valentim que trazia o almoço dele, Zezo e Betinho, Valentim perguntou como estava o irmão Amauri e eles disseram que estava bem melhor, Valentim se sentou nos tijolos abriu a marmita e começou a comer ali mesmo enquanto conversava com os irmãos.
Valentim tirou uma soneca no trabalho, estava cansado e seu patrão deu ordem para n acordar ele porque o irmão estava doente recentemente então era pra deixar o menino descansar, quando ele acordou perguntou para os colegas por que ninguém o acordou, os colegas responderam que era ordem do patrão, Valentim voltou ao trabalho, depois de um tempo ele deu falta do cachorro, e ficou pensando será que ele voltou com meus irmãos?
Valentim saiu perguntando para todos na cidade se alguém tinha visto Valente, mas ninguém sabia onde ele estava Valentim foi pra casa comeu e foi trabalhar no cinema, chegando do trabalho ele perguntou pra mãe se ela tinha visto o cachorro, mas ela também não tinha visto para animar o filho ela disse que ele poderia ter ido atrás de alguma cachorra como ele já tinha feito uma vez, Valentim foi dormir pensando onde estava o cachorro.
No dia seguinte, uma manha chuvosa Valentim saiu bem cedo na esperança de encontrar Valente na construção, mas chegando La o cão não estava ele trabalhou com pensamentos tristes, queria saber o paradeiro de Valente, Valentim preocupado com o cachorro decidiu ir atrás dele e disse pro patrão se podia ir comprar remédio pra dor de barriga, mas se ele não voltasse era porque não tinha melhorado e precisava ir pra casa, Seu Adelso disse que ele podia e deu um conselho, para ele beber bastante água com limão.
Valentim foi até uma vila onde morava quando seu pai era vivo, perguntou na casa de Géni porque ela tinha uma cachorrinha, mas ela não morava mais ali, então Valentim continuou pela vila procurando pelo cachorro, ele passou pela casa onde morava antes, encontrou um velho amigo que estava indo para escola.
Valentim decidiu ir para uma casa na beira de um rio perto dali, ele já foi com o Valente, na casa de um senhor, na casa tinha vários cachorros, talvez Valente estivesse ali.
Chegando ele perguntou para Apologínio o velho que morava na casa perto do rio, mas o velho também não tinha visto Valente, mas ele animou Valentim dizendo que o cachorro poderia voltar assim como o dele voltou um dia que sumiu, Valentim agradeceu conversou um poço com o velho e depois foi embora.
Voltando pra casa na esperança de achar valente, já de noite correndo pela estrada, ao chegar perto de sua casa ele vê as luzes acesas, a porta aberta e uma caminhonete parada na porta da sua casa, ele entra e pergunta pra sua mãe se ela viu Valente, mas ele leva um xingo, sua mãe estava chorando preocupada pois ele tinha saído para ir na farmácia e não voltou, seu patrão ajudou procurando pelo menino foi até na policia, foi ai que Valentim viu o patrão Adelso na casa, e como o patrão queria se casar com sua mãe Valentim foi agressivo pra cima do patrão dizendo que ele não tinha nada a ver com a vida deles, o patrão colocou a Mao no ombro da mãe dele, disse que o pedido de casamento ainda estava de pé e foi embora chateado, os irmãos de Valentim disseram que Adelso tinha acabado de pedir para a mãe deles se ele poria levar eles para um famoso doutor da faculdade.
Quando Valentim soube disso ele começou a chorar, tentou se explicar com sua mãe, mas ela foi pro quarto.
No outro dia de manha Valentim disse para sua mãe que não ia mais trabalhar com o Seu Adelso, mas ia arrumar trabalho com o Adib que era dono da quitanda perto da casa deles, então Valentim saiu, para falar com Adib para deixar o trabalho certo pro dia seguinte e depois procurar Valente, mas Adib disse que ele n precisava mais do Valentim que os filhos dele iam trabalhar ali, Valentim desanimado perguntou se Adib sabia onde Valente poderia estar e o homem disse no canil, Valentim saiu correndo para chegar até o canil e achar Valente.
Chegando ao canil ele encontrou seu cachorro, mas o homem só soltaria o cachorro se ele pagasse uma multa de quarenta e oito cruzeiros, e se Valentim não pegasse o cachorro até o outro dia todos os cães iriam para uma faculdade onde serviriam de cobaias para experiências.
Valentim voltou à quitanda do Adib pedindo o dinheiro emprestado, mas Adib não emprestou então Valentim saiu dali e foi andando pela praça, ele encontrou seus dois irmãos Betinho e Zezo, eles iam montar um plano para ajudar Valentim a conseguir o dinheiro da multa.
Valentim se desentendeu com Zezo porque ele queria pedir dinheiro emprestado para Adelso e aprovava que a sua ame casa-se com ele, mas Valentim n aceitava aquilo, então ele empurrou o irmão que foi embora chorando, mas Betinho ficou ali com Valentim, disse que também aprova o casamento da mãe, e depois de muita conversa fora arrumar o dinheiro para tirar Valente do canil, cada um para um lado.
Valentim saiu pela cidade e conseguiu juntar doze cruzeiros, ele contava com seu irmão para conseguir uma boa quantia também.
Valentim estava no açougue e tentou arrumar mais um pouco de dinheiro, então ele fez um trato com o açougueiro, ele ia fazer uma entrega e ia receber quatro cruzeiros, Valentim pegou a bicicleta do açougueiro e foi, na volta passando entre os carros pensando no dinheiro que ia ganhar ouviu um breque e acordou com cheiro de remédios, num cômodo claro, ele estava no pronto socorro, uma mulher levou ele até la, pois um carro o atropelou, os médicos enfaixaram Valentim e levaram ele para o carro que ia levar o menino para casa, no caminho o menino contou a história do cachorro para o motorista, ele tinha que passar na praça para encontrar com seu irmão, então ele convenceu o motorista a passar pela praça.Pegaram Betinho que estava esperando sentado ali,Valentim perguntou a Betinho quanto ele conseguiu juntar, Betinho tinha Vinte e seis cruzeiros, só faltavam dez cruzeiros e sessenta centavos para pagar a multa mas mesmo assim Valentim convenceu o motorista de ir até o canil para ver se o dono soltava o Valente.Chegando o dono Nero não quis soltar o cão porque ainda faltava dinheiro, então o motorista Seu Raimundo interou o que faltava, mas mesmo assim o homem não quis soltar, disse que já tinha fechado e eles teriam que voltar no outro dia até as oito da manha, então sem ter o que fazer Raimundo levou Valentim e Betinho para casa, chegando ele explicou a situação para a mãe deles e foi embora.
Naquela noite Valentim teve pesadelos com o que os cientistas poderiam fazer com Valente, na manha Valentim, Betinho e Zezo saíram cedo de casa para buscar Valente, mesmo com dor Valentim queria ir, então sua mãe deu cinco cruzeiros para eles voltarem de taxi para não esforçar tanto Valentim, mas Valentim pegou o taxi na ida para ser mais rápido, chegando Nero o dono do canil não quis soltar o cão porque faltava uma vacina que ele não tinha avisado,o velho que ficava com Nero ouviu e questionou ele por não ter avisado sobre a vacina, então o velho disse que a vacina custava uns quatro cruzeiros e se achava em qualquer farmácia, mas era para andar rápido que Nero já estava colocando os cães no caminhão,sem dinheiro os irmãos do Valentim foram correndo até a farmácia mas como não tinham dinheiro correram até a construção do Seu Adelso explicaram tudo bem rápido,Adelso pegou a caminhonete, os meninos entraram e foram até a farmácia mais próxima, compraram a vacina e seguiram até o canil, o caminhão já estava saindo Nero não queria soltar o cão porque agora já era tarde, já passava do prazo que era até oito horas, mesmo passando só dez minutos Nero não quis soltar, então o velho entregou um prego disfarçado para Adelso e ele fincou no pneu do caminhão e bateu com o sapato, o caminhão saiu e eles seguiram na caminhonete.No caminho já na rodovia o pneu esvaziou, o caminhão encostou no acostamento e Adelso parou logo atrás, já desceu e foi ajudar Nero trocar o pneu, Nero n fez nada ficou só olhando, enquanto isso o velho abriu a tranca da porta de trás do caminhão e deixou só encostada, depois de ter trocado o pneu, Nero entrou no caminhão e continuou seguindo, não demorou muito e a porta abriu, todos os cães iam pulando aos poucos, rolando pelo asfalto, só restou Valente dentro do caminhão com medo, então Valentim pediu para Adelso parar no acostamento, Valentim desceu meio rápido com dores gritou vem Valente, o cão pulou e foi até ele mancando, Valentim olhou para o Céu feliz e gritou:
A Terra é azul! A Terra é azul!

4.1 Opinião sobre o livro
O livro A Terra é azul é um livro simples e fácil de compreender, porém, com um vocabulário bem mais simples e diferente com o que estamos acostumados, a história embora seja simples é bem interessante, depois de começar a leitura fica um pouco difícil parar, pois a curiosidade de saber o que vai acontecer com os personagens vai aumentando, é um livro bem interessante e o que é legal de saber que esse livro Lucília dedica para a sua mãe, ela diz que a mãe dela deu uma infância azul.

Componentes:
Paulo, Thiago, Marcio 3ºB


Paulo Henrique
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Re: A Terra é azul

Mensagem por alexandre(hiro) em Dom 18 Set 2011 - 18:40

Parabéns pela apresentação.
nota 15 (7.5)

alexandre(hiro)
"Best Seller"


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