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As Pupilas do Senhor Reitor

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As Pupilas do Senhor Reitor

Mensagem por vanessa em Sex 4 Jul 2008 - 8:07




1. Identificação do Livro

1.1. Título
As Pupilas do Senhor Reitor
1.2. Autor(a)
Julio Dinis
1.3. Editora
Melhoramaentos
1.4. Data da Edição
Não consta


2. Escolha do livro

2.1. Motivos que levaram à escolha do livro
Pelo nome que me chamou a atenção,onde as pupilas são as mulheres e o Reitor..


Após a leitura do livro


3. Contextualização do Autor

3.1. Alguns dados biográficos
Julio Dinis é o pseudonio de Joaquim Guilherme Gomes Coelho, romancista que,apesr de ter vivido apenas 32 anos e deixado obra
relativamente pequena.Nascido no Porto, em 1839, Julio Dinis formou-se em medicina pela academia da mesma cidade.
Sua focação literaria manifestou-se de inicio,atraves de algumas poesias muitas singelas ,mas formosas e por contos varios trabalhos e esse que foram publicados na "Grinalda"
Na frase feliz de Eça ,"Julio Dinis viveu de leve, escreveu, de leve, morreu de leve"não ha, na literatura portuguesa outro escritor que, tão de leve tendo passado na vida,deix´-se de si mais simpática e humana memória ,e mais honésta e san produnção literaria faleceu em 1871
3.2. Outras Obras do(a) Autor(a)
"A Moreninha dos Canaviais ,Os Filgagos da casa Mourisca ,As Pupilas do Senhor Reitor.

4. Conteúdo do Livro

4.1. Género Literário
Romance
4.2. Assunto (breve síntese)

Personagens Principais:
Sr. Reitor: tornou-se tutor de duas jovens órfãs, a quem muito estimava, e lhes valeu como pai, conselheiro e professor: Clara e Margarida.
Clara: "Clara possuía um gênio, com o qual se não davam as apreensões. Não calculava conseqüências. A vida era o presente. (...) A sua confiança em tudo chegava a ser perigosa. Um inesgotável fundo de generosidade, elementos principal daquele caráter simpático."
Margarida: "De caráter triste e sombrio, que é traço indelével que fica de uma infância, à qual se sufocaram as naturais expansões e folguedos, em que precisa de transbordar a vida exuberante e bela."
Daniel: Amigo de infância de Margarida, filho do abastado José das Dornas, também pai de Pedro. Margarida afeiçoara-se a Daniel. Daniel tem constituição física frágil, o que leva o pai a direcioná-lo para o sacerdócio por meio do Reitor.Como Daniel aos treze anos confessa que não tem vocação para a carreira religiosa, o Reitor convence o pai a envia-lo ao Porto para estudar medicina e ser doutor.
Pedro: irmão de Daniel e noiva de Clara.
Dr. João Semana: médico octagenário de idéias limitadas e ultrapassadas.
João da Esquina: comerciante boçal, atento a intrigas e brigas locais, representante do meio mesquinho e pequeno.
Velho Mestre: velho filósofo que se instalara na vila para procurar paz na vida do campo e preparar-se para morrer. O velho servia de mestre a Margarida, criando amizade com a moça, que muito aprendia com o filósofo.
Num cenário povoado de tipos humanos cuja bondade só é maculada pelo moralismo quase ingênuo de comadres fofoqueiras, desenrola-se o drama amoroso. Daniel, ainda menino, prepara-se para ingressar no seminário, mas o reitor descobre seu inocente namoro com a pastorinha Margarida (Guida). O pai, José das Dornas, decide, então, enviá-lo ao Porto para estudar medicina. Dez anos depois Daniel volta para a aldeia, como médico homeopata. Margarida, agora professora de crianças, conserva ainda seu amor pelo rapaz. Ele, no entanto, contaminado pelos costumes da cidade, torna-se um namorador impulsivo e inconstante, e já nem se lembra da pequena pastora. A esse tempo, Pedro, irmão de Daniel, está noivo de Clara, irmã de Margarida.
O jovem médico encanta-se da futura cunhada, iniciando uma tentativa de conquista que poria em risco a harmonia familiar. Clara, inicialmente, incentiva os arroubos do rapaz, mas recua ao perceber a gravidade das conseqüências. Ansiosa por acabar com impertinente assédio, concede-lhe uma entrevista no jardim de sua casa. Esse encontro é o ponto culminante da narrativa: surpreendidos por Pedro, são salvos por Margarida, que toma o lugar da irmã.
Rapidamente esses acontecimentos tornam-se um grande escândalo que compromete a reputação de Margarida. Daniel, impressionado com a abnegação da moça, recorda-se, finalmente, do amor da infância. Apaixonado agora por Guida, procura conquistá-la. No último capítulo, depois de muita resistência e de muito sofrimento, Margarida aceita o amor de Daniel.

4.3. Citações favoritas (se necessário, explicadas no contexto)
No momento em que Daniel se casa com Margarida,nesse momento que o grande amor se realiza...
No momento em que Pedro perdoa Clara,onde as diferenças que aconteceram no passado não prevalecem.
4.4. Opinião sobre o livro]
O livro é muito bom,onde o amor de tanto tempo se prevalesse,
também para a reflexão do que o amor é para sempre..



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Re: As Pupilas do Senhor Reitor

Mensagem por Rute em Seg 7 Jul 2008 - 13:48

14

gostei muito da historia.
conhecia o livro por alto...mas nunca li, e agora deu vontade de ler.
Wink
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Re: As Pupilas do Senhor Reitor

Mensagem por Ana em Seg 7 Jul 2008 - 14:26

conheço o livro, mas nunca o li.

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Re: As Pupilas do Senhor Reitor

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