Vertentes
Seja bem vindo ao fórum Vertentes.

Pode usar o Facebook no seu "login".

Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente.

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente.

Mensagem por alexandre(hiro) em Qui 11 Set 2008 - 19:35

1. Identificação do Livro

1.1. Título

Auto da Barca do Inferno




1.2. Autor(a)
Vicente, Gil




1.3. Editora
Editora da Universidade de São Paulo.

1.4. Data da Edição
1970


2. Escolha do livro

2.1. Motivos que levaram à escolha do livro

Há vários fatores que influenciaram na escolha desse livro:
1º-Por ser um livro muito famoso,
2º-Devido aos estudos de Literatura, principalmente quando estudamos o Humanismo, esse livro, por representar muito a literatura humanista, é a mais conhecida do período e talvez, da literatura.
3° - Exatamente pelo motivo anterior, esse livro é muito requisitado nos vestibulares, e assim, mais um motivo para a escolha do livro.


Última edição por Filipe Azevedo em Dom 28 Set 2008 - 9:06, editado 8 vez(es) (Razão : Activar as imagens)
avatar
alexandre(hiro)
"Best Seller"


Número de Mensagens : 496
Idade : 26
Localização : Brasil
Data de inscrição : 22/02/2008
Pontos : 5519

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente.

Mensagem por alexandre(hiro) em Sex 26 Set 2008 - 19:22

3. Contextualização do Autor


3.1. Alguns dados biográficos

Gil Vicente nasceu por volta de 1465, provavelmente em Guimarães. Alguns biógrafos acreditam que, ao lado da atividade artística, tenha praticado a ourivesaria. Para outros, teria sido também alfaiate. É certo que seu primeiro texto teatral, o Auto da visitação ou Monólogo do vaqueiro, foi representado na noite de 7 para 8 de junho de 1502, no quarto da rainha D. Maria, como homenagem ao nascimento do futuro rei D. João III. Nos trinta e quatro anos seguintes, Gil Vicente, incumbido de organizar festas e cerimônias comemorativas no palácio real, produziu cerca de quarenta e cinco textos teatrais. Sua última peça, Floresta de enganos, é de 1536. Após essa data, não há mais notícias seguras sobre o escritor.
Alguns textos de Gil Vicente foram publicados durante sua vida, sob a forma de folhetos de cordel. Após sua morte, seu filho Luís Vicente organizou e publicou a Compilaçam de todalas obras de Gil Vicente (1562), obra que, apesar de se pretender completa, não inclui toda a produção vicentina, pois é sabido que alguns textos se perderam e que há pelo menos mais três peças atribuíveis a esse autor além das agrupadas na Compilaçam. Alguns textos preservados também em folhetos de cordel apresentam variações com relação à forma como aparecem na coletânea organizada por Luís Vicente.

Além da produção teatral, Gil Vicente deixou-nos alguns poemas no Cancioneiro geral e outros textos mais circunstanciais, como cartas, um sermão e poemas ligados a acontecimentos da Corte ou de assunto burlesco.

A data de sua morte é estimada em 1537, porém não há nada que comprove oficialmente, esse ano como a de sua morte.


3.2. Outras Obras do(a) Autor(a)


Os mais importantes Autos:

Auto da alma;
Auto da barca do inferno;
Auto da barca da glória;
Auto da barca do purgatório


As mais importantes Farsas:

Farsa de Inês Pereira;
Farsa do velho da horta;
Quem tem farelos?


avatar
alexandre(hiro)
"Best Seller"


Número de Mensagens : 496
Idade : 26
Localização : Brasil
Data de inscrição : 22/02/2008
Pontos : 5519

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente.

Mensagem por alexandre(hiro) em Sex 26 Set 2008 - 19:24

4. Conteúdo do Livro

4.1. Género Literário


Teatro


4.2. Assunto -Breve síntese



Principais personagens: Fidalgo, Onzeneiro, Parvo, Sapateiro, Frade, Alcoviteira, Judeu, Corregedor e Procurador, Enforcado, Os quatro Cavaleiros, Anjo, Diabo e Companheiro do Diabo.

Assunto: Juízo final

Local: Porto de um rio onde se dá o julgamento. Cada uma das personagens, depois de morta, deverá atravessar esse rio por uma das duas barcas que lá se encontra: a barca do inferno ou a barca do paraíso (ou a barca do céu).

O primeiro a embarcar é um Fidalgo, que chega acompanhado de um Pajem, que leva a calda da roupa do Fidalgo e também uma cadeira, para seu encosto.

O Diabo mal viu o Fidalgo e já lhe falou para entrar em sua barca, pois ele iria levar mais almas e mostrar que era bom navegante. Antes disso, o companheiro do Diabo, começou a preparar a barca para que as almas dos que viessem, pudessem entrar.

Quando tudo estava pronto, o Fidalgo dirigiu a palavra ao Diabo, perguntando para onde aquela barca iria. O Diabo respondeu que iria para o Inferno, então o Fidalgo resolveu ser sarcástico e falou que as roupas do Diabo pareciam de uma mulher e que sua barca era horrível. O Diabo não gostou da provocação e disse que aquela barca com certeza era ideal para ele, devido a sua impertinência. O Fidalgo espantado, diz ao Diabo que tem quem reze por ele, mas acaba recebendo a notícia de que seu pai também havia embarcado rumo ao Inferno.

O Fidalgo tenta achar outra barca, que não siga ao Inferno, então resolve dirigir-se a barca do céu. Ele resolve perguntar ao Anjo, aonde sua barca iria e se ele poderia embarcar nela, mas é impedido de entrar, devido a sua tirania, pois o Anjo disse que aquela barca era muito pequena para ele, não teria espaço para o seu mau caráter.

O Diabo começa a fazer propaganda de sua barca, dizendo que ela era a ideal, a melhor. Assim, O Fidalgo desconsolado, resolve embarcar na barca para o Inferno. Mas antes, o Fidalgo queria tornar a ver sua amada, pois ele disse que ela se mataria por ele, mas o Diabo falou que a mulher na qual ele tanto ama, estava apenas enganando- o, que tudo que ela lhe escrevia era mentira. E assim, o Diabo insistia cada vez mais para que o Fidalgo esquecesse sua mulher e que embarcasse logo, pois ainda viria mais gente.

O Diabo manda o Pajem, que estava junto com o Fidalgo, ir embora, pois ainda não era sua hora. Logo a seguir, veio um agiota que questionou ao Diabo, para onde ele iria conduzir aquela barca. O Diabo querendo conduzi-lo a sua barca, perguntou por que ele tinha demorado tanto, e o Agiota afirmou que havia sido devido ao dinheiro que ele queria ganhar, mas que foi por causa dele que ele havia morrido e que não sobrou nem um pouco para pagar ao barqueiro.

O Agiota não quis entrar na barca do Diabo, então resolveu dirigir-se à barca do céu. Chegando até a barca divina, ele pergunta ao Anjo se ele poderia embarcar, mas o Anjo afirmou que por ele, o Agiota não entraria em sua barca, por ter roubado muito e por ser ganancioso. Então, negada a sua entrada na barca divina, o Agiota acaba entrando na barca do Inferno.

Mais uma alma se aproximou, desta vez era um Parvo, um homem tolo que perguntou se aquela barca era a barca dos tolos. O Diabo afirmou que era a barca dos tolos e que ele deveria entrar, mas o Parvo ficou reclamando que morreu na hora errada e o Diabo perguntou do que ele havia morrido, e o Parvo sendo muito sutil respondeu que havia sido de “caganeira”.

O Parvo ao saber aonde aquela barca iria, começou a insultar o Diabo e foi tentar embarcar na barca divina. O Anjo falou que se ele quisesse, poderia entrar, pois ele não havia feito nada de mal em sua vida, mas disse para esperar para ver se tinha mais alguém que merecia entrar na barca divina.

Vem um sapateiro com seu avental, carregando algumas fôrmas e chegando ao batel do inferno, chama o Diabo. Ele fica espantado com a maneira na qual o sapateiro vem carregado, cheio de pecados e de suas fôrmas.

O sapateiro tenta enrolar o Diabo, dizendo que ali ele não entraria pois ele sempre se confessava, mas o Diabo joga toda a verdade na sua cara e o manda entrar logo em sua barca. O sapateiro tenta lhe dizer todas as feitorias que havia feito, na tentativa de conseguir entrar no batel do céu, mas o Anjo lhe diz que a "carga" que ele trazia não entraria em sua barca e que o batel do Inferno era perfeito para ele. Vendo que não conseguiu o que queria, o sapateiro se dirige à barca do Inferno e ordena que ela saia logo.

Chegou um Frade, junto de uma moça, carregando em uma mão um pequeno escudo e uma espada, na outra mão, um capacete debaixo do capuz. Começou a cantarolar uma música e a dançar.

Ele falou ao Diabo que era da corte, mas o próprio perguntou-lhe como ele sabia dançar o Tordião, já que era da corte. O Diabo perguntou se a moça que ele trazia era dele e se no convento não censurvam tal tipo de coisa. O Frade por sua vez diz que todo no convento são tão pecadores como ele e aproveitou para perguntar para onde aquela barca iria.

Ao saber para onde iria, ficou inconformado e tenta entender porque ele teria que ir ao Inferno e não ao céu, já que era um frade. O Diabo lhe responde que foi devido ao seu comportamento durante a vida, por ter tido várias mulheres e por ter sido muito aventureiro. Assim, o Frade desafia o Diabo, mas este não faz nada e apenas observa o que o Frade faz.


O Frade resolve puxar a moça para irem ao batel do Céu, mas lá se encontram com o Parvo, que pergunta se ele havia roubado aquela espada que ele carregava. O Frade completamente arrasado, finalmente se convence que seu destino é o inferno, pois até mesmo o Parvo zombou de sua vida e de seus pecados. Dirigiu-se a barca do Inferno, resolve embarcar junto com a moça que o acompanhava.

Assim que o Frade embarcou, veio a alcoviteira Brísia Vaz, chamando o Diabo, para saber em qual barca ela haveria de entrar. O companheiro do Diabo lhe disse que ela não entraria na barca sem Joana de Valdês.

Ela foi relatando o que estava trazendo para a barca e afirmava que iria para o Paraíso, mas o Diabo dizia que sua barca era o seu lugar, que ela teria que ficar alí.

Brísida vai implorar de joelhos ao Anjo, que esse a deixe entrar em sua barca, pois ela não queria arder no fogo do inferno, dizendo que tinha o mesmo mérito de um apóstulo para entrar em sua barca. O Anjo, já sem paciência, mandou-lhe que fosse embora e que não lhe importunasse mais.

Triste por não poder ir para o Paraíso, Brísida vai caminhando em direção ao batel do Inferno e resolve entrar, já que era o único lugar para onde ela poderia ir.

Logo após o embarque de Brísida Vaz, veio um Judeu, carregando um bode, na qual fazia parte dos rituais de sacrifício da religião hebráica. Chegando ao batel dos danados, chama o marinheiro, que por acaso era o Diabo; perguntando a quem pertencia aquela barca. O Diabo questiona se o bode também iria junto com o Judeu, esse por sua vez afirma que sim, mas o Diabo o impede pois ele não levava para o Inferno, os caprenos.

O Judeu resolve pagar alguns tostões ap Diabo, para que ele permita a entrada do bode; disse que por meio do Semifará ele seria pago. Vendo que não consegue, ele xinga o Diabo e roga-lhe várias pragas, apenas por não fazer a sua vontade.

O Parvo, para zombar o Judeu, perguntou se ele havia roubado aquela cabra, e aproveitou para xinga-lo. Afirmou também que ele havia mijado na igreja de São Gião e que teria comido a carne da panela do Nosso Senhor. Vendo que o Judeu era uma péssima pessoa, o Diabo ordenou-lhe logo que entrasse em sua barca, para não perderem tanto tempo com uma discussão tola.

Depois que o Judeu embarcou, veio um Corregedor, carregado de feitos, que quando chegou ao batel do Inferno, com sua vara na mão, chamou o barqueiro. O barqueiro ao vê-lo, fica feliz, pois esta seria mais uma alma que ele conduziria para o fogo ardente do Inferno.

O Corregedor era um amante da boa mesa e sua carga era qualificada como "gentil" , pois tratava-se de processos relativos a crimes, que era um conteúdo muito agradavel para o Diabo. Ele era ideal para entrar na barca do Inferno, pois durante sua vida, ele era um juíz corrupto e que aceitava Perdizes como suborno.


O Diabo começa a falar em latim com o Corregedor, pois era usado pela Justiça e pela Igreja, além de ser a lingua internacional da cultura. Ele ordena ao seu companheiro que este apronte logo a barca e que se prepare para remar rumo ao Inferno.

Os dois começam a discutir em latim, pois o Corregefor por ser aachar superior ao Diabo, pensa que só porque era um juíz prestigiado, não teria que entrar em sua barca. O Diabo vai perguntando sobre todas as suas faucatruas, até citando sua mulher no meio, que aceitava suborno dos judeus, mas o Corregedor garantiu que com isso ele não estava envolvido, que estes eram os lucros de sua mulher, e não dele.

Enquanto o Corregedor estava nesta conversa com o Arrais do Inferno, chegou um Procurador, carregando vários livros. Resolve falar com o Corregedor, espantado por encontra-lo aí, questiona para onde ele iria, mas o Diabo responde pelo Corregedor e diz que iria para o Inferno, mas que também era bom ele ir entrando logo, para retirar a água que estava entrando na barca.

O Corregedor e o Procurador não quiseram entrar na barca, pois eles tinham fé em Deus e também porque havia outra barca em melhores condições, que os conduziria para um lugar mais ameno.

Quando chegam ao batel divíno, o Anjo e o Parvo zombam de suas ações, que eles não tinham o direito de entrar alí, pois tudo que eles haviam feito de ruim, estava sendo pago agora, com a ida de suas almas para o Inferno. Desistindo de ir para o paraíso, os dois ao entrarem no batel dos condenados, encontram Brísida Vaz. Ela por sua vez, se sentiu aliviada por estar alí, pois enquanto estava viva foi muito castigada pela Justiça


Veio um homem que morreu enforcado e ao chegar ao batel dos mal-aventurados, começou a conversar com o Diabo. Ele tentou explicar porque ele não iria no batel do Inferno, que ele havia sido perdoado por Deus ao morrer enforcado, mas isso não passou de uma mentira, pois ele teria que morrer e arder no fogo do Inferno devido aos seus erros. Desistindo de tentar fugir de seu futuro, ele acaba obedecendo as ordens do Diabo para ajudar a empurrar a barca e a remar, pois o horário de partida estava próximo.


Depois disso, vieram quatro Cavaleiros cantando, na qual cada um trazia a Cruz de Cristo, pelo Senhor e também para demonstrar a sua fé, pois eles haviam lutado em uma Cruzada contra os Mulçumanos, no norte da África. Absolvidos da culpa e pena, por privilégio dos que morreram em guerra, foram cantarolando felizes indo em direção ao batel do Céu.

Ao passarem na frente do batel do Inferno, cantando, segurando suas espadas e escudos, o Diabo não resiste e os pergunta porque eles não pararam para questionar para onde sua barca iria. Convidando=os para entrar, o Diabo recebe uma resposta não muito agradável de um dos Cavaleiros, pois esse disse que quem morresse por Jesus Cristo, não entraria em tal barca.

Tornaram a prosseguir, cantarolando, em direção à barca da Glória, que quando eles chegaram nela, o Anjo os recebeu muito bem e disse que estava à espera deles por muito tempo. Sendo assim, os quatro Cavaleiros embarcaram e tomaram rumo em direção ao Paraíso, já que morreram por Deus e porque eram livres de qualquer pecado.



4.3. Citações favoritas (se necessário, explicadas no contexto)

“Frade: Sabei que fui da pessoa! (...)”

Esse trecho diz respeito à autoridade em que o clero tinha em relação aos demais.Em tradução isso significaria: “Que fui pessoa importante”; assim sendo, o frade, acredita que iria ser acolhido pela barca do céu apenas pelo seu cargo religioso.

“Diabo: Não, senhor, qui este fretaste,
e já quando espiraste,
me tínheis dado sinal.”

Esse trecho retrata a hora em que o Fidalgo tentava arrumar argumentos para não entrar na barca do inferno e o Diabo deixa claro que os pecados cometidos pelo julgado, é o suficiente para ser condenado à barca.


4.4. Opinião sobre o livro

A obra de Gil Vicente é muito interessante no que se diz a respeito das críticas que ele colocava claramente em suas obras: a ganância e o desejo do dinheiro (caso do onzeneiro), a exploração interesseira da classe burguesa comercial (coso do sapateiro), o pensamento egoísta e capitalista (caso da alcoviteira), entre outros.
É perceptível também o envolvimento da religião com o contexto “homem” (antropocentrismo) já que o Humanismo é um momento de transição entre o teocentrismo e o antropocentrismo.
Além disso, é visível um pensamento futurista do autor, no que diz respeito à ganância, o capitalismo, o egoísmo o adultério, entre outros.
Existe vida após a morte? Existe um “julgamento final”, das almas? Estamos todos condenados à barca do inferno?
Essas questões são resultados da obra de Gil Vicente, e espero que as respostas para elas sejam Não. Ou ao menos para a ultima questão.

Obs.: Essa obra é comparada ao Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna; principalmente devido ao contexto do julgamento após a morte e as críticas das ações do homem.



Última edição por alexandre(hiro) em Sex 26 Set 2008 - 19:45, editado 2 vez(es)
avatar
alexandre(hiro)
"Best Seller"


Número de Mensagens : 496
Idade : 26
Localização : Brasil
Data de inscrição : 22/02/2008
Pontos : 5519

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente.

Mensagem por alexandre(hiro) em Sex 26 Set 2008 - 19:27

Primeiramente quero me desculpar pelo tamanho do assunto ( a breve síntese), já que este, ficou um pouco grande...

Mas já podem avaliar.

Trabalho realizado por Alexandre, Cássio e Rafael L.
avatar
alexandre(hiro)
"Best Seller"


Número de Mensagens : 496
Idade : 26
Localização : Brasil
Data de inscrição : 22/02/2008
Pontos : 5519

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente.

Mensagem por Rute em Sab 4 Out 2008 - 6:42

é verdade ficou enrome. ...ehehehe
Tbm já li esse livro. è de leitura oobrigatoria no 9º ano ( axo que é 9º =X) cá em Portugal!

Quanto á vossa apresentação

16
avatar
Rute
Trilogia
Trilogia

Número de Mensagens : 741
Idade : 28
Localização : Setubal - Portugal
Data de inscrição : 24/09/2006
Pontos : 4052

Folha de personagem
Guardião secular: Alexandria

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente.

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum