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O Pagador de Promessas - Dias Gomes

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O Pagador de Promessas - Dias Gomes

Mensagem por Deivid em Seg 22 Set 2008 - 19:18

apresentado por Deivid e Sérgio.




  • Identificação do Livro





1.1Título: O pagador de Promessas

1.2. Autor(a): Dias Gomes

1.3. Editora: Agir Ltda
1.4. Data da Edição: 2001


  • Escolha do livro

    2.1. Motivos que levaram à escolha do livro.

    Nós escolhemos esse livro por que apresenta uma ótima história, muito bem contada pelo autor, sobre a simplicidde de um pagador de promessas que é impedido de levar uma cruz para dentro da igreja. Além disso, fizemos uma apresentação teatral desse mesmo livro no ano passado e foi com essa apresentação que conhecemos a obra, por isso queremos apresenta-la aqui, para que vocês também possam tomar conhecimento dessa excelente história.
  • Contextualização do Autor

    3.1. Alguns dados biográficos:




    Romancista, contista e teatrólogo brasileiro nascido em Salvador, BA, um dos maiores dramaturgos brasileiros e de enorme sucesso no rádio, televisão, cinema e teatro, um dos mais premiados autores brasileiros. Filho do engenheiro Plínio Alves Dias Gomes de Alice Ribeiro de Freitas Gomes, fez o curso primário no Colégio Nossa Senhora das Vitórias, dos Irmãos Maristas, e iniciou o secundário no Ginásio Ipiranga. Mudou-se com a família para o Rio de Janeiro (1935), onde prosseguiu o curso secundário no Ginásio Vera Cruz e posteriormente no Instituto de Ensino Secundário.

    Com apenas 15 anos
    escreveu sua primeira peça, A comédia dos moralistas, que ganhou o 1º lugar no Concurso do Serviço Nacional de Teatro (1939). Fez o curso preparatório para o curso de Engenharia (1940) e, no ano seguinte, para o curso de Direito. Ingressou na Faculdade de Direito do Estado do Rio, mas abandonou o curso no 3º ano (1943). Seu primeiro sucesso nacional de público e crítica foi a comédia Pé de cabra (1942), ano de sua estréia no teatro profissional, encenada no Rio de Janeiro e depois em São Paulo por Procópio Ferreira, que com ele excursionou por todo o país.

    Passou a trabalhar na Rádio Pan-Americana de São Paulo (1944), a convite de Oduvaldo Viana (pai), como autor e diretor, fazendo adaptações de peças, romances e contos para o Grande Teatro Pan-Americano. Regressou ao Rio de Janeiro (1948), onde passou a trabalhar em várias rádios, sucessivamente: Rádio Tupi e Rádio Tamoio (1950), Rádio Clube do Brasil (1951) e Rádio Nacional (1956). Viajou à União Soviética (1953) com uma delegação de escritores, para as comemorações do 1º de Maio e, ao voltar ao Brasil, foi demitido da Rádio Clube. Seu nome foi
    incluído na lista negra, e durante nove meses seus textos para a televisão tiveram que ser negociados com a TV Tupi em nome de colegas.

    Ganhou projeção nacional e internacional com a encenação do clássico O pagador de promessas, pelo Teatro Brasileiro de Comédia, sob direção de Flávio Rangel (1959) e com Leonardo Vilar no papel principal. Poucas obras, no Brasil, foram tão premiadas quanto O pagador de promessas. A peça foi traduzida para mais de uma dúzia de idiomas e encenada em todo o mundo. Adaptada pelo próprio autor para o cinema, O pagador de promessas, dirigido por Anselmo Duarte, recebeu a Palma de Ouro no Festival de Cannes (1962), além de outros prêmios nacionais e internacionais, como o Nacional de Teatro, do Instituto Nacional do Livro, o Governador do Estado de São Paulo, o Padre Ventura, do Círculo Independente de Críticos Teatrais, o Melhor Autor Brasileiro, da Associação Brasileira de Críticos Teatrais, o Governador Estado da Guanabara, o III Festival Internacional de Teatro em Kaltz, Polônia (1963), e o Prêmio Fipa de Prata, de Cannes (1988).

    Recebeu o Prêmio Cláudio de Sousa, da Academia Brasileira de Letras, com a peça A invasão (1963). Demitido da Rádio Nacional (1964), da qual era diretor-artístico, pelo Ato Institucional no 1, a partir de então, participou de diversas manifestações contra a censura e em defesa da liberdade de expressão. Durante a vigência do regime militar teve várias peças censuradas (1968-1980), como O berço do herói, A revolução dos beatos, O pagador de promessas, A invasão, Roque Santeiro, Vamos soltar os demônios e Amor em campo minado. Fez parte do Conselho de Redação da Revista Civilização Brasileira desde seu lançamento (1965).

    Contratado pela TV Globo (1969), produziu várias telenovelas, além de minisséries, seriados e especiais como telepeças. Apesar da censura, não interrompeu a produção teatral, destacando-se Vargas (1969), O bem-amado (1970), O santo inquérito (1976) e O rei de Ramos (1979). Anistiado (1980), foi reintegrado aos quadros da Rádio Nacional, e seus trabalhos censurados foram liberados para apresentação. Criou e dirigiu (1985-1987) a Casa de Criação Janete Clair, na TV Globo. Foi casado e ficou viúvo (1983) Janete Emmer, a novelista Janete Clair (1950-1983), com quem teve cinco filhos: Guilherme, Alfredo (falecido), Denise, Alfredo e Marcos Plínio (falecido). Foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras (1991),
    para a Cadeira n. 21, na sucessão de Adonias Filho, foi recebido pelo acadêmico Jorge Amado.

    Morreu em São Paulo SP, em 18 de maio (1999) num acidente de carro.



    3.2. Outras Obras do(a) Autor(a)

    TEATRO: A comédia dos moralistas (1939); Esperidião, (1938); Ludovico, (1940); Amanhã será outro dia (1941); Pé-de-cabra (1942); João Cambão (1942); O homem que não era seu (1942); Sinhazinha (1943); Zeca Diabo (1943); Eu acuso o céu (1943); Um pobre gênio (1943); Toque de recolher (revista), em parceria com José Wanderlei (1943); Doutor Ninguém (1943); Beco sem saída (1944); O existencialismo (1944); A dança das horas (inédita), adaptação do romance Quando é amanhã (1949); O bom ladrão, (1951); Os cinco fugitivos do Juízo Final (1954); O pagador de promessas (1959); A invasão (1960); A revolução dos beatos (1961); O bem-amado (1962); O berço do herói (1963); O santo inquérito (1966); O túnel (1968); Vargas (Dr. Getúlio, sua vida e sua glória), em parceria com Ferreira Gullar (1968); Amor em campo minado (Vamos soltar os demônios) (1969); As primícias (1977); Phallus, (1978); O rei de Ramos (1978); Campeões do mundo (1979); Olho no olho, (1986); Meu reino por um cavalo (1988).

    TELEVISÃO Telenovelas na TV Globo: A ponte dos suspiros, sob o pseudônimo de Stela Calderón (1969); Verão vermelho, (1969/1970); Assim na terra como no céu (1970/1971); Bandeira 2 (1971/1972); O bem-amado (1973); O espigão (1974); Saramandaia (1976); Sinal de alerta (1978/1979); Roque Santeiro (1985/1986); Mandala, sinopse e primeiros 20 capítulos (1987/1988); Araponga, com Ferreira Gullar e Lauro César Muniz (1990/1991).

    Minisséries: Um tiro no coração, em co-autoria com Ferreira Gullar, inédita (1982); O pagador de promessas (1988); Noivas de Copacabana (1993); Decadência (1994); O fim do mundo (1996).

    Seriados: O bem-amado (1979/1984); Expresso Brasil (1987).

    Especiais (Telepeças): O bem-amado, em adaptação de Benjamin Cattan, TV Tupi, "TV de Vanguarda" (1964); Um grito no escuro (O crime do silêncio), TV Globo, "Caso Especial" (1971); O santo inquérito, em adaptação de Antonio Mercado, TV Globo, "Aplauso" (1979); O boi santo, TV Globo (1988); A longa noite de Emiliano, TV Globo.

    ROMANCES: Duas sombras apenas (1945); Um amor e sete pecados (1946); A dama da noite (1947); Quando é amanhã (1948); Sucupira, ame-a ou deixe-a (1982); Odorico na cabeça (1983); Derrocada (1994); Decadência (1995).

    CONTOS A tarefa ou Onde estás, Castro Alves? in Livro de cabeceira do homem, ano I, v. III (Civilização Brasileira, 1967); A tortuosa e longa noite de Emiliano Posada, inédito.

    CINEMA O pagador de promessas, direção de Anselmo Duarte, Leonardo Vilar, Glória Menezes, Dionísio Azevedo, Geraldo Del Rey, Norma Benguell, Othon Bastos e Antonio Pitanga (1962); O marginal (roteiro), direção de Carlos Manga, com Tarcísio Meira e Darlene Glória (1974); O rei do Rio (adaptação de O rei de Ramos), direção de Bruno Barreto, com Nuno Leal Maia, Milton Gonçalves e Nelson Xavier (1985); Amor em campo minado, direção de Pastor Vera, Cuba (1988).

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Re: O Pagador de Promessas - Dias Gomes

Mensagem por Deivid em Seg 22 Set 2008 - 19:21

4. Conteúdo do Livro

4.1. Género Literário: [b]teatro.[/b]
4.2. Assunto (breve síntese)

[b]O texto foi escrito em forma teatral. Na primeiro ato aparece a chagada de Zé do Burro e sua mulher, Rosa, à igreja de Santa Bárbara lá para as 3 horas da madrugada. Eles vieram pagar uma promessa, a de trazer uma cruz nas costas até essa igreja, tendo caminhado 7 léguas pra isso (ou 40 kilometros).[/b] Aparecem no lugar, algum tempo depois, Marli e Bonitão: ela prostituta; ele, gigolô. Há uma clara relação de exploração e dependência entre eles. Encontrando Zé, Bonitão dirige-se a ele e percebe ser alguém ingênuo. Zé do Burro sai para ver se o padre está acordado, então Bonitão se aproxima de Rosa. Ela conta que Zé não só prometeu trazer a cruz, como também prometeu dividir suas terras com os pobres, Zé do Burro volta, Bonitão propõe-se a providenciar um local para Rosa descansar. Zé não só aceita, como incentiva. Saem os dois, Bonitão e Rosa, de cena. Aos poucos, começa o movimento ao redor da praça. Aparecem a Beata, o sacristão e o Padre Olavo, titular da igreja. Zé explica a promessa: Nicolau foi ferido com a queda de uma árvore; estando para morrer, Zé tenta de tudo para salva-lo, doutor, pai de santo, mas só consegue curar Nicolau após fazer uma promessa em um centro de candomblé. Detalhe, Nicolau é um burro, por isso Zé é conhecido como Zé do Burro, o burro Nicolau estava sempre junto com seu dono. Ao saber que a promessa foi feita em um centro de candomblé o padre nega veementemente a entrada da cruz na igreja e é aí que começa a confusão.

No segundo ato, Duas horas mais tarde, já a movimentação no lugar é intensa. O Galego, dono do bar, abriu seu estabelecimento. Surgem Minha Tia, vendedora de acarajés, carurus e outras comidas típicas, Dedé Cospe-Rima, poeta popular, ao estilo repentista e o Guarda. Zé do burro quer cumprir a promessa. O Guarda tenta intervir. Rosa reaparece com "ar culpado". Chega o Repórter. Seguindo a linha do oportunismo sensacionalista, o repórter quer tirar vantagens da história de Zé do Burro. Quer torná-lo um mártir, para virar notícia de primeira página para seu jornal. Enquanto isso Marli faz um pequeno escândalo denunciando o adultério cometido por Rosa. Três da tarde, Dedé oferece poemas para Zé, a fim de derrotar o Padre. Aparecem, em momentos subseqüentes, o capoeirista Mestre Coca e o policial, o Secreta, chamado por Bonitão, ficando ambos, por enquanto, nas cercanias. Zé começa a perder a paciência e arma uma gritaria, ele valoriza muito uma promessa e se nega a deixar de cumpri-la. O padre reage. Chega o Monsenhor, autoridade da igreja, propondo a Zé uma solução: ele, Monsenhor, na qualidade de representante da Igreja, pode liberar Zé da promessa, dando-a por cumprida. Zé não aceita, dizendo que a promessa foi feita à Santa Bárbara e só ela poderia liberá-lo. Segue o impasse. Zé explode novamente e avança com a cruz sobre a Igreja. O padre fecha a porta. Zé, já desesperado, bate com a cruz na porta. O drama é total.

Terceiro e ultimo ato. Entardecer. Muita gente na praça e nos arredores da Igreja. Há uma roda de capoeira que simpatiza com a história de Zé. O Galego, oportunista, oferece comida grátis a Zé, pois a história está trazendo movimento ao seu bar. O Secreta, no bar, avisa que a polícia prenderá Zé, ameaçando os capoeiristas, caso eles interfiram. Marli volta. Ofende Rosa, ofende Zé. O protagonista parece mudar de atitude. Resolve ir embora "à noite". Rosa quer ir embora o quanto antes. Bonitão avisa a polícia. Retorna o repórter, que tenta convencer Zé a não ir, interessado apenas em vender o seu jornal no dia seguinte. Mestre Coca avisa Zé sobre a chegada da polícia. Zé está perplexo: "Santa Bárbara me abandonou". Da igreja saem o Sacristão, o Guarda, o Padre e o Delegado. Zé ainda tenta, ingênua e inutilmente, explicar a sua promessa de novo. Ao ser cercado, puxa uma faca. As autoridades reagem. Os capoeiristas também. Briga e confusão entre eles. De repente, um tiro dispersa a multidão. Zé é baleado e morre. Mestre Coca olha para os companheiros, que entendem a mensagem. Os capoeiristas tomam o corpo do Zé colocam-no sobre a cruz e, ignorando padre e polícia, entram na igreja, carregando o corpo de Zé sobre a cruz.






4.3. Citações favoritas (se necessário, explicadas no contexto)



_ Não, nesse negocio de milagres, é preciso ser honesto. Se a gente embrulha o santo, perde o crédito. De outra vez o santo olha, consulta lá os seus assentamentos e diz: -_ Ah, você é o Zé do Burro, aquele que já me passou a perna! E agora vem me fazer nova promessa. Pois vá fazer promessa pro diabo que o carregue, seu caloteiro duma figa!! E tem mais: santo é como gringo, passou calote num, todos os outros ficam sabendo.”



Essa citação mostra o quanto o personagem principal Zé do Burro valoriza uma promessa. Para ele é a coisa mais importante do mundo. Não se deve enganar o santo, é preciso pagar totalmente a promessa, só assim ele podia ficar com a consciência limpa.



“Zé

_ (angustiadamente tenta explicar) Mas o senhor não conhece o Nicolau.... se conhecesse... é um burro com alma de gente....

Padre

_ Pois nem que tenha alma de anjo. Nesta igreja você não entra com essa cruz!”



Esse trecho é importante pois mostra tanto a determinação de Zé em pagar a promessa, como a determinação do padre em impedir que uma promessa que começou em um terreiro de candombçé termine dentro de uma igreja. É o clímax da história. È a partir daí que começa toda a confusão que se segue.



“Zé

_ Não, vocês não vão me levar para a cadeia, eu não fiz nada. Agora eu decidi, daqui, só saio morto. ( e pega uma faca de seu bolso, o policial avança) (...)( o padre avança e consegue arremessar a faca de Zé no chão, este agacha para pega-la. Então o delegado e o guarda avançam em sua direção. Os capoeiristas, e o povo que estava do lado de Zé do Burro, não deixam, e partem pra cima, todos em cima do pobre Zé. De repente ouve-se um tiro, e a multidão se afasta. No meio da praça fica apenas Zé do Burro, deitado com a mão na barriga, tenta inutilmente avançar em direção da igreja, mas cai morto)”



É o final da história. Zé do Burro se decide em permanecer até pagar a promessa, o delegado vai prende-lo, começa uma verdadeira confusão que acaba na morte de Zé do Burro, um homem que só queria pagar uma promessa, mas que acabou morrendo por causa do mal que o homem tem em julgar os outros. Depois dessa cena, os capoeirista levam o corpo de Zé sobre a cruz para dentro da Igreja, cumprindo dessa forma a promessa.








4.4. Opinião sobre o livro

[b]É simplesmente um dos melhores livros que nós já lemos. Embora o resumo por nós apresentado possa se assemelhar a um drama ou coisa do tipo, a história apresenta muitas frases engraçadas por parte de vários personagens e um enredo emocionante. O que parecia ser apenas uma promessa simples acaba virando uma confusão imensa.[/b]

[b]Mas o que mais nos chamou a atenção não foi o humor ou o enredo apresentado, mas sim a crítica a sociedade em que vivemos. A mania do homem de julgar os outros. Zé do burro é constantemente julgado. Ele, que é um simples pagador de promessa, é julgado como satanás pelo padre; como revolucionário, pelo repórter; como herói, pelo povo e pelos capoeiristas; e como adversário, pelo Bonitão.[/b]

[b]A obra mostra ainda a inconpetencia do Estado (no caso, a polícia) em resolver problemas culturais, transformando essas divergencias culturais em motivo de prisão; [/b]

[b]O autoritarismo da igreja; a diferença cultural entre campo e cidade; [/b]

[b]E a desprezível imprensa que só pensa no lucro próprio, no que tal notícia trará de bom para eles, e a constante distorção da verdade para que a notícia chame mais a atenção do público.[/b]

[b] [/b]

5.Curiosidades:

[b]A obra O pagador de Promessas chegou a virar filme. [/b]

[b][/b]

[b][/b][b]

Sinopse: Zé do Burro e sua mulher Rosa vivem em uma pequena propriedade a 42 quilômetros de Salvador. Um dia, o burro de estimação de Zé é atingido por um raio e ele acaba indo a um terreiro de candomblé, onde faz uma promessa a Santa Bárbara para salvar o animal. Com o restabelecimento do bicho, Zé põe-se a cumprir a promessa e doa metade de seu sítio, para depois começar uma caminhada rumo a Salvador, carregando nas costas uma imensa cruz de madeira.
[b]Ficha Técnica




Título Original: O Pagador de Promessas
Gênero: Drama
Duração: 95 min.
Lançamento (Brasil): 1962
Estúdio: Cinedistri
Distribuição: Lionex Films e Embrafilme
Direção: Anselmo Duarte
Assistentes de direção: José Teles
Roteiro: Anselmo Duarte
Produção: Oswaldo Massaini
Gerente de produção: Roberto Ribeiro
Assistente de produção: José Teles e Ruy Rosado
Fotografia: Henry Chick Fowle
Câmera: Geraldo Gabriel
Assistente de câmera: Marcial Alfonso Fraga
Música: Gabriel Migliori
Direção de Arte: José Teixeira de Araújo
Edição: Carlos Coimbra
Sonografia: Carlos Foscolo
Assistente de som: Juarez Costa
Continuidade: Adelice Araújo
Laboratório: Rex Filme

Elenco



Leonardo Villar (Zé do Burro)
Glória Menezes (Rosa)
Dionísio Azevedo (Padre Olavo)
Norma Bengell (Marli)
Geraldo Del Rey (Bonitão)
Roberto Ferreira (Dedé)
Othon Bastos (Repórter)
João Desordi (Detetive)
Américo Coimbra
Gilberto Marques (galego)
Carlos Torres (monsenhor)
Antônio Pitanga (Mestre Coca-capoeira)
Milton Gaúcho (guarda)
Irenio Simões (secretário do jornal)
Enock Torres (delegado de polícia)
Maria Conceição (Minha tia-Mãe de Santo)
Walter da Silveira (bispo)
Napoleão Lopes Filho (bispo)
Velvedo Diniz (sacristão)
Cecília Rabelo (beata)
Jurema Penna (beata)
Alair Liguori (beata)
Canjiquinha e sua Academia de Capoeira
povo de Salvador da Bahia


[b] [/b]
Premiações



- Recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, 1963.

- Palma de Ouro no Festival de Cannes, França (Melhor longa-metragem), 1962;

- Festival Internacional de São Francisco, Estados Unidos (Melhor filme) prêmio Darius Milhaud e melhor música (Golden Gate),1962;

- Prêmio Sapatos Viejos, Festival de Cartagena, Colômbia, 1962;

- Prêmio Cabeza de Palanque, Festival de Acapulco, México, 1962;

- Prêmio Especial de Bucareste, Romênia, 1962;

- Prêmio Crític's Award, Festival Internacional de Edimburgo, Escócia (Diploma de mérito), 1962;




Dentre muitos outros prêmios nacionais que não mencionamos.[b][/b]



Cena do filme O Pagador de Promessas.
[/b]
[/b]

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Re: O Pagador de Promessas - Dias Gomes

Mensagem por Deivid em Qui 2 Out 2008 - 0:33

já podem avaliar... :)

Deivid
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Re: O Pagador de Promessas - Dias Gomes

Mensagem por Rute em Sab 4 Out 2008 - 12:37

18

muito completo =)

Rute
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