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Fiódor Dostoiévski. O sonho dum homem ridículo

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Fiódor Dostoiévski. O sonho dum homem ridículo

Mensagem por Tânia Tavares em Qua 7 Jan 2009 - 13:32

Antes de ler o livro


1. Identificação do Livro

1.1. Título
O sonho dum homem ridículo

1.2. Autor(a)
Fiódor Dostoiévski

1.3. Editora
Quasi

1.4. Data da Edição
Agosto de 2008


2. Escolha do livro

2.1. Motivos que levaram à escolha do livro

Começei a ler as primeiras páginas no livro e gostei como é um livro pequeno e fácil de ler, escolhi-o
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Tânia Tavares
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Re: Fiódor Dostoiévski. O sonho dum homem ridículo

Mensagem por Salomé Raposo em Qui 22 Jan 2009 - 18:12

Dostoiévski...

Muito bem, Tânia... Vamos continuar essa leitura!

Quero saber tudo...

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Fiódor Destoiévski- O sonho dum Homem Ridículo

Mensagem por Tânia Tavares em Sab 21 Mar 2009 - 9:52

Após a leitura do livro


3. Contextualização do Autor

3.1. Alguns dados biográficos
Fiódor Mikhailovich Dostoiévski nasceu em Moscovo a 11 de Novembro de 1821, tinha seis irmãos. Foi educado em casa mas com a morte da sua mãe em 1837 e com a decorrente depressão e alcoolismo por parte do pai, acabou por ir para a Escola Militar de São Petersburgo, onde começou a demonstrar interesse pela literatura. Em 1839 teve uma grande crise de epilepsia quando soube que o pai tinha sido assassinado. Acabou por abandonar a Escola Militar e dedicou-se exclusivamente a Literatura. E m 1844 alugou uma casa onde começou a escrever a sua primeira obra, o romance epistolar Gente pobre, este livro foi publicado no ano seguinte. O diário de um escritor foi considerado uma obra-prima e tornou-o numa celebridade com vinte e quatro anos de idade.
Em 1849 foi preso devido a pertencer a um grupo intelectual liberal chamado Círculo Petrashevski e foi acusado de conspirar contra, Nicolau I da Rússia (imperador da Rússia, na qual instaurou o regime absolutista). Conseguiu libertar-se desta acusação.
Entre 1862 e 1863, fez várias viagens pela Europa, incluindo Berlim, Paris, Londres, Genebra, Turim, Florença e Viena. Durante essas viagens teve um relacionamento amoroso com Paulina Súslova, uma estudante de ideias progressistas. Perdeu muito dinheiro a jogar e retornou à Rússia no fim de Outubro de 1863, sozinho e sem recursos. Com a morte do Irmão, que lhe deixou uma divida de 25 mil rubros, ainda teve que sustentar a sua cunhado e os seus sobrinhos.
Apaixonou-se por Maria Dimítrievna Issáievna, mulher de um conhecido. Com a morte do marido acabaram por se casar. Na noite de núpcias Dostoiévski sofreu uma violenta crise de epilepsia.
Foi em São Petersburgo que acabou por morrer, a 9 de Fevereiro de 1881, diz-me que o seu funeral foi assistido por setenta mil pessoas e na sua campa pode se ler:
” Em verdade vos digo que se o grão de trigo que cai na terra não morrer, é por si só, mas se ele morrer produz muito fruto.

3.2. Outras Obras do(a) Autor(a)
Escreveu algumas das mais conhecidas obras da literatura mundial, como Crime e Castigo (1866), O Jogador (1867), O Idiota (1868), Demónios (1872) e Os Irmãos Karamázov (1880).

4. Conteúdo do Livro
4.1. Género Literário
Contos

4.2. Assunto (breve síntese)
Este livro contém dois contos. O primeiro conto ”O sonho de um homem ridículo” fala sobre um homem que era gozado por todos, já desde criança, todos se riam dele e por isso ele queria-se suicidar. Então numa noite enquanto ia para casa, olhou para a lua e convenceu-se de que seria aquele o dia para morrer. No caminho para casa uma rapariga muito aflita pedia-lhe ajuda, mas ele não lhe deu importância e continuo o seu caminho.
Já em casa, foi buscar o revólver, e sentou-se no seu cadeirão a pensar na vida, até que adormeceu e começou a sonhar. Sonhou que se tinha suicidado e que quando o enterraram um homem o foi buscar e levou-o para uma outra Terra, onde as pessoas amavam-se, não existia a mentira nem o egoísmo e foi então que ele começou a contar como é que era a “nossa” Terra e a partir desse momento começou a existir nessa Terra o egoísmo, a falsidade, a mentira, surgindo os escravos. Ate que ele acordou e começou a amar todos aqueles que se riam dele, tirou da cabeça a ideia de se queria suicidar e procurou por aquela pequena rapariga.
O segundo conto” O ladrão honesto” começa quando a empregada pede ao patrão para alugar o seu quarto de solteiro e este como sabia que se não aceitasse a proposta da sua emprega, ela não iria cozinhar bem, aceitou-o, a ideia ate lhe agradou porque assim ele sempre tinha alguém para conversar. Um dia bateram-lhe á porta e um ladrão roubou-lhe um casaco, fugindo, o nome inclino ainda o tentou apanhar, mas não conseguiu. Depois deste roubo, o novo inclino contou-lhe que conheceu um ladrão que era honesto, era uma homem muito bêbedo que desde que o tinha conhecido nunca mais o tinha largado, começou a viver na sua casa e a dar-lhe comida, era uma homem muito doce pouco falava.
Uma vez deu por falta de umas calças bastante valiosas, procurou-as por todo o lado mas não as encontrou, nunca lhe passou pela cabeça que pudesse ser aquele homem frágil. O pequeno homem chegava todos os dias bêbado e chorava, chorava muito, comia e punha-se a chorar, ele já era um homem velho e uma vez deitou-se na cama e nunca mais se levantou de lá, estava gravemente doente, já perto da morte. Com as lágrimas na cara admitiu que quem tinha roubado as calças era ele e que não tinha dito nada porque tinha medo que ele o mandasse para fora da sua casa. Posto isto, passado alguns segundos faleceu.



4.3. Citações favoritas (se necessário, explicadas no contexto)
“ Teria muito gosto em acompanhá-los no vosso riso.. não, precisamente, nesse riso, á minha custa, mas pelo carinho que me inspiram, se não me fizesse tanta pena ver-vos”

4.4. Opinião sobre o livro
Não conhecia este autor, nem nunca tinha lido nenhum livro dele. Penso que o Livro começa de uma forma bastante atractiva e talvez foi por isso que o escolhi para ler. Gostei muito da escrita de Fiódor, é fácil de ler e gostei muito.
rabbit

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Re: Fiódor Dostoiévski. O sonho dum homem ridículo

Mensagem por Salomé Raposo em Qua 24 Jun 2009 - 19:23

Muito bem... vamos à próxima leitura!

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Re: Fiódor Dostoiévski. O sonho dum homem ridículo

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